Como conduzir tal pensamento? Pensamento este por estranheza natural. Uma contusão mental. Falaria ardoamente da inconsequente ausência tua. Partistes tão cedo, minha cara joia preciosa. Fostes entregue ás mãos do Altíssimo Pai. No auge da tua juventude, viajaste para outro paraíso. Dói pensar na saudade que me causa a tua ida sem volta. Morreste por ser amada. Amada foste até a morte. E viva estará neste coração que a ti pertence.
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Mostrando postagens de fevereiro, 2017
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Levitei por sobre as memórias. Te amando em suados abraços nos braços da noite a meia luz. Em contato severo com a tua intimidade, por hora esqueceste do próprio nome. Entregue ao vapor de quentura, alta temperatura. Uma candura dominada por beijos objetivos, lábios adormecidos. Sequências sincronizadas, abafadoras de atenuantes regozijados. Introduzi obstinadamente o amor em seu ninho de prosperidade. E assim, tudo se fez perfeito.
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Os sinos badalaram outra vez. O cafezal exalou paixão na expansão de seu sabor. Crianças e cirandas, pés descalços nas varandas. Ancião em sábias corredeiras de falácias poéticas. Emancipada Pradaria, casa de alegria. Risos cavalgantes, olhares diamantes. Esta é a imagem do que se sente na natureza.
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Revide de dor. Usas de artilharia pesada para compensar uma dor causada. Dor alheia, dor plantada, dor malvada. Trocas de ofensas para medir forças. Disputas altamente destrutivas na arte do maldizer. Confrontos infindáveis que desmoronam a busca por paz. Uma paz interior que á tempos não se sente. A dor lançada no outro que retorna durante a noite para a fronha do travesseiro. Dor que aperta e esmaga sem dó, uma alma que clama em silêncio por um pouco de amor. Falsos alívios em palavras de baixo calão. Ofensa intimidadora que se volta implodindo o seu coração. Repense. Sabes que pode ser mais. Não és um Ser incurável, só estás adormecido na inverdade dos fatos.
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Saltitantes pássaros. Cantarolando suas alegrias nas energias dos Sóis nascentes. Assobiando suas emoções, e saboreando suas sementes. Representantes do amor, um som puramente singelo de mais harmonia. Asas retilíneas descompassando o sopro sereno da tarde. Do alto o canto mais belo, com grito de elo na aurora boreal. Penas aveludadas, assopradas e massageadas durante o coro sinfônico. Labaredas sonoras inflamando a sensibilidade poética da audição em ondas persuasivas. Lindos pássaros. Lindos cantantes. Lindos vôos de aprendizado.
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Esperança é um fruto dom. Gente humana. Reprodutiva humanidade sem idade. Humana gente que sente, e tão de repente se ausente. Uma procura insensata, capaz de buscar no abismo o que se perdeu. Passagens secretas confinadas á inocência dos próprios atos. Gente sofrida que causa ferida na vida que mana viver. Sonhos dilacerados em ressurreto trajeto de sobrevivência. Humanos pensantes e errantes, contribuem para o progresso da destruição inconsciente. Ato em maltrato, produz esperança naqueles que ainda respiram a crença de sua própria existência coletiva.
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Encurralado. Ameaçado pelo monstro dos meus sonhos. Lutas infindáveis, ferimentos graves e incuráveis. Atormentado pelo viés da insanidade. Ondas magnéticas de horrendos dissabores. Corto-lhe a cabeça firmemente, mas nada o detém. Severo e maligno, furta impiedosamente cada benignidade programada em minha existência. Devo dizer novamente: - Isso não vai ficar assim! Estarei pronto quando retornar!
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A cada minuto a mais, um minuto a menos. Águas congelantes desaguando em águas mornas. Atravessando o hemisfério em busca do Sideral. Astros rodeados por infinitas possibilidades. Cada Nação, uma conjuntura exótica. Florestas celestiais azuladas ao intenso paraíso. Instintivas ocupações de fraternas memórias. Um paradoxo subliminar no canto do rouxinol no Carvalho a se deitar.