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Mostrando postagens de junho, 2017
De onde vem esta Rosa? Ela vem do jardim das nuvens. Uma Flor revestida por cor e perfume.  Amada antes mesmo de compreender sua soberana beleza. Cheirosa Rosa. Se abra em meu peito.  Exale o respeito.  E seja a intensidade do azul sem fim do Céu do meu coração.
Não desvie o olhar enquanto eu estiver falando. Falo para o teu bem. Há momentos em que precisamos alertar quem amamos com um simples choque. Acostume-se a isto. Diga alguma coisa. Fale em tua defesa ao menos. Se não queres o meu cuidado, então decida por deixar-me ao relento da cruel solidão. Será melhor assim.
Não vejo o fundo do poço. Vejo apenas a queda que me levantará. O poço é a realidade. O fundo dele, o medo. O levantar, a cascata do renascimento. Enquanto afundo os meus pés na movediça experiência de vida, ergo a cabeça e direciono o olhar para a fonte da juventude da fé. Das feridas das quedas é que aprendi a cicatrizar o trauma de ser feliz.
Não se levante. Fique comigo um pouco mais. Não afaste o teu corpo do meu. Mantenha tua cabeça em meu peito. Deixe-me te aquecer com beijos nesta fria manhã. Você merece. Não há nada lá fora que te faça tão bem amada como eu. Sinta o meu carinho. Deixe que a minha mão percorra pelos teus braços, rosto e pescoço. Deixe que o fogo inflamando em mim se deite por sobre tua fome. Constranja a tua calmaria e deixe-me ama-la por tantas outras vezes.
Fui bem mais longe do que imaginei. Andei no estremo do meu limite. Deflagrado em condicional redenção. Triunfei com honraria o meu legado. Bem mais perto do que sonhei. Bem mais longe do que desprezo.
O Céu é a cama. O azul cintilante é o meu travesseiro. As brancas nuvens, os lençóis acolchoados de chuva. Os Astros são informes em suas magníficas magnitudes. Vaga-lumes estelares abrilhantam a pureza do sono Sideral. A Via Láctea é o sonho que se acomoda na inconsciência do meu descanso.
Trovejou nas montanhas. De lá vem as águas, barrentas de tão espumadas. Atropelando-se dentre a pele rochosa deste gigante pedregulho. Voadores se abrigam nos ares do vento veloz. Cá entre nós! A enxurrada aumenta gradativamente a sua voz. Fui mergulhado na ferocidade da transparência molhada. Agora me vejo objeto de alma lavada seguindo a jornada.
NAMORADOS Uma forma de se conhecer. Uma experiência única. É o desafio que te faz entender sobre amizade de verdade. Onde segredos são compartilhados. As intimidades se afloram. Desentendimentos servem de termômetro para a convivência. Diferenças, erros e acertos. A feição de surpresa a cada descoberta sobre o outro. Declarações, pedidos de perdão. Este é um momento de preparação e conhecimento profundo com quem você se relaciona. Com o outro é que descobrimos quem somos e o que de fato sentimos quanto ser humano. Feliz ou triste. Realizado ou decepcionado. Nunca deixe de acreditar que encontrar alguém não é se deparar com o outro, e sim, permitir que o outro venha de encontro ao que você propõe para a felicidade de ambos.
Primeiro ele começa, assim meio desconfiado. Pouco se expressa. Procura demonstrar o que tem de melhor. Sorri mais do que de costume. É mais acessível e pouco discorda. Depois ele cresce, se solta e procura se impor em seus ideais. Te faz sair da sua zona de desconforto para um ambiente mais seu. Em seguida te faz mostrar quem de fato você é. Em algum momento o seu caráter será testado e exposto. Por fim, ele morre. Contudo, ele não morre em vão. Ele deixa claro que enquanto os sinais se acendiam e sonorizavam, você tapava os ouvidos e fechava os olhos. Um relacionamento a dois, não termina de uma hora pra outra. Ele sempre anuncia a chegada da sua ida.
Te reencontrar foi maravilhoso. Aquele frio na barriga. Aquela acelerada no coração. A voz embarga. O discurso formado se deteriora. Isso é desconfortável, mas me traz felicidade. Aquele seu olhar que fala. Não se prenda. Se deres um passo, darei dois.
Se a vida não te faz rir, então tente cócegas, mas sorria. Viva a vida de tal maneira que te faça ofuscar as tristezas que sente. Deixe que os espasmos da sua coragem te empurrem. Quem ama a vida, vive esse amor.
Às vezes estamos no Outono, lembrando do Verão, sonhando com a Primavera e sentindo o Inverno dentro de nós.
Gente sem caráter. Dissimulados e maliciosos. Vivem as custas do mal alheio. São pessoas venenosas. Um dia te abraçam e te beijam, no outro te derrubam e te mordem. São uns pobres coitados, mal sabem o que atraem para si. Defensores da falsidade, tenham cuidado com a queda, pois ela será grande.
Na areia da Praia pisei sem demora. Corri de ponta a ponta e lancei-me por água a fora. Nadei nas costas da superfície. Adentrei-me no verde azulado de cada ir e vir da água planície. Vi golfinhos namorados e peixinhos devorados. Flutuei submerso com tartarugas marinhas e com pedaços de qualquer coisa. A Natureza chora, enquanto é contaminada pelo Vírus da humanidade. A consciência de lixo. 
Apoiado nas lembranças mais revigorantes. Me entreguei aos sorrisos mais longos que pude dar. São tantas lembranças. Tantos momentos loucos e apaixonantes. Fiz tantas bobagens por inocência. Fui amadurecendo com velocidade. Me pus na temperatura mais alta da vida para galgar descobertas que nem mesmo eu poderia suportar. O náufrago do meu juízo, determinou que a melhor maneira de conhecer sua própria natureza é plantando a liberdade pela raiz. O náufrago do meu juízo estava certo.
Lembra-te daquela dança? Estava escuro. Um clima de muita sensualidade. Enquanto me seduzia com os olhos, todo o seu corpo reproduzia a canção. Seu corpo mexia-se como nenhum outro. Eu me deixei envolver por todo esse charme. O rebolar da sua cintura me arrepiava. Dançamos colados.  Com passos marcados. Rostinhos colados. Uma entrega total. Lembra-te daquela dança? Foi sensacional.
Um Pai de verdade sabe o que é amar um filho. A gente pensa neles toda hora. Se estão alimentados. Agasalhados. Como estão de saúde. Como vão na escola. Como tem se comportado. O que tem passado e pensado. Pensamos no quanto eles nos amam e dependem de nós. Pensamos nos colos quentes que irão precisar nas andanças da vida. Pensamos também no crescimento deles. Pensamos se dormiram bem. Se escovaram os dentes e se lavaram as orelhas. Mesmo quando não estamos perto. Pensamos neles toda hora. Que Deus os abençoe meus filhos. Amo vocês.
Penso que se todas as "verdades" fossem de fato verdadeiras, meias verdades seriam o pódio.
Que dor é essa? Que aperto é esse? De onde vem a desordem? O ar ainda não se faz presente. A cabeça dá giros de deixar qualquer homem maduro tonto. Eu havia me enganado. Nunca existiu um controle sobre quase todas as coisas.
Poder caminhar é um privilégio. Seguir numa determinada direção é um estado de espírito. Lhe dar com tropeços e pedradas da vida é mero tratamento de choque. Quando olhamos através da fumaça escura, podemos ver que do outro lado sempre há algo a ser conquistado.
Uma frequência repentina. Uma procura por tesouros engolidos pela enorme boca do Mar. Navegando sem rumo. Balançado com as ondas e sendo flertado pela exuberante Natureza. As águas sempre respondem aos meus pensamentos. Volto ao passado quando sou banhado pelas espumas das ondas que batem no casco. Enquanto navego por sobre o Mar, ele navega por inteiro dentro de mim.
Seja forte nas suas lutas. Elas irão te bagunçar em alguns momentos. Mas passa. Tudo passa. Mesmo ferido, não jogue a toalha. Devemos ser lembrados por quão resistem nós somos e não por termos virado comida na boca do peixe da adversidade.
O nascimento é algo indescritível. Quer revigorar tuas ideias? Assista a um nascimento. Do Sol. Da Lua. Dê uma flor. Ou até mesmo o nascimento de uma criança. Isso irá te fazer refletir bastante, eu aposto.
Quem tem olhos, vejam. Quem tem ouvidos, ouçam. Teus olhos irão ver o clarão do estalo da renovação. Teus ouvidos serão acariciados pela canção da vitória. Tudo isso não tardará.
Partias antes mesmo de um adeus. Toda maravilhosa vivência, adormeceu em declínio. Dormente de pensar, meu raciocínio ingênuo e desastrado, corroeu os meus atos em tom de não contentamento. É como a fogueira no inverno. Ela te aquece causando conforto e aconchego, mas de repente se apaga dando vasão ao frio e a tristeza. Gostaria de refletir o meu rosto no lago dos teus olhos mais uma vez. Gostaria de sentir o meu corpo envolto nos teus braços de misericórdia novamente. Me perdi nestas esquinas vazias do mero acaso. Tomei outro caminho de volta, sem volta. Murmurei ao silêncio do meu redor e silenciado fiquei com o barulho que fazia a solidão. Eu que fui Pássaro, apenas calcei meus pés com a mais pura e dolorosa realidade e apreciei o vôo de uma Bela andorinha aos fortes ventos do desconhecido da vida.
Nem tudo acaba quando acaba o tudo. Sem regras desta vez. O ser livre está na condição de desprendimento interior. Sou apaixonado pela vida. Amo quando respiro e quando acordo. Sinto-me revigorado quando vejo meus filhos sorrirem. Sou ingrato, pois não agradeço o suficiente. Vou policiar-me quanto a isto, mas por hora, pretendo contemplar o tudo que tenho e o tudo que não tenho mais.
Não falarei sobre o que se foi, mas me alegrarei com o que virá. O antes fortaleceu-me para o depois e agora um novo momento se fará. As vezes me pego vagando pelo que passou e trago de lá não só as alegrias, mas trago também alguns erros que jurei jamais comete-los novamente. O avante sucinto, arrebata-me de uma só vez. Jurei também, não falar do passado, mas o passado sempre fala de mim pra mim. Que confusão. Acho melhor apagar a luz dos meus pensamentos e descansar a minha ressaca mental no travesseiro dos sonhos noturnos.
A folha caiu e eu a peguei. Ela estava seca. Morta talvez. Outras folhas vieram. Ventadas aos montes. Formavam um Ciclone de fortes reflexões. Tonto de refletir, avistei um Colibri e cobri a minha boca com um largo sorriso. As folhas "voaram-se" no barco do vento. Só então percebi que ainda estou só no Mar desse Tempo.
Lábios saborosos com cor de beijo. Cabelo cheiroso e corpo macio. A pele banhada, preparava-se para as carícias mais desejadas. Exalava incêndio dos teus pensamentos. Desejos inquietos aceleravam o meu coração de olhos vendados. Perdeu-se o controle dos meus atos. A sincronia na coreografia da arte de nos amar, fez explodir um magma apaixonado.
Quer gritar? Então grite! Chore, bata-me, rasgue-me se for a tua vontade. Declame e reclame aos ouvidos das paredes que só fiz o que não devia. Peça-me para que eu olhe em teus olhos enquanto esbravejas comigo. Soque os travesseiros e a cama. Fique um pouco de mal. Proíba-me de cogitar a cama enquanto tenho um sofá. Diga-me que ficarei de castigo por tempo indeterminado. Trancafia-me no isolamento da tua presença. Tortura-me com tuas lições de moral e puxões de orelhas. Faça o que quiser, só não deixe que suas palavras atinjam níveis tão baixos que não possam voltar. Não deixe que o dia amanheça sem que estejas deitada em meu peito.  Não deixe que as tuas angústias te devorem quieta. Esvazia-se do que não é bom para que eu te encha do que é amor. Faça o que você quiser, só não me proíba de te amar.
Meus dias estão nublados. Não vejo o sol, nem o Céu. E tudo que penso escrevo em folha de papel. Vejo tantos caminhos, mas nenhum me levará para onde desejo ir. Estou só como sempre fui. Cercado por muitos, mas tocado por poucos. Vivendo entre sãos e atraído por loucos. O orgulho abandonou-me. E hoje, vivo tentando nascer outra vez.
Veja como crescemos. Somos o resultado de tudo que aprendemos. Somos representantes do amadurecimento vivido. Choramos, mas também sorrimos. Prefiro lembrar do que foi bom. Aqueles momentos inesquecíveis. Cada dor. Cada prazer. Cada emoção. Somos vitoriosos. Devíamos ser mais felizes. Podíamos ser mais alegres. O nosso tempo por mais longo que seja, ainda é curto. Temos que respeitar a vida e vive-la com máxima excelência.
Não há nada de mal pensar em você. Ao contrário do que muitos pensam. Lembrar de você me faz bem. Pessoas tomam decisões. Amigos apenas se protegem. Proteger uma boa amizade é um ato de nobreza. Querer o bem de alguém, traz uma responsabilidade a mais para quem o deseja e suas decisões. Não importa o politicamente correto. O que importa é a integridade da honestidade de um excelente caráter.
Quantos risos. Quantas gargalhadas. Quantas mancadas. Quantos momentos maravilhosos. A felicidade pode estar em muitas ocasiões, mas a melhor felicidade está no que você vive de verdade quando é você mesmo.
Vidrado no seu retrato por alguns segundos. Permaneço vidrado por mais alguns minutos. De repente começo a imaginar o movimento da sua cabeça e as expressões do seu rosto. Sua boca se abre, dizendo coisas de todos os tipos. Franzindo a testa e sorrindo depois. Saindo do retrato e vindo em minha direção com os braços abertos. A cor da pele mais viva e corada. Seus cabelos caindo uns por sobre os outros. Seu olhar penetrante e brilhante de lacrimejar. Pisquei por algumas vezes e percebi que tudo não passava de uma malvada ilusão. Você apenas existe nas lembranças do meu coração.
Ao longo da vida desejei ter alguém. Alguém que fosse de carne e osso. Alguém que soubesse com certeza como ser humana e original. As possibilidades mais inimagináveis surgiram e com elas as decepções e os tropeços. Falhei quando tive a chance. Tentei ser alguém que não sou e naufraguei em minhas próprias convicções. Seja quem você é. Assuma sua identidade. Ame-se de verdade. E deixe as surpresas da vida nas mãos de quem sabe. Deus.
Lembro-me dos tempos bons da infância. Inocência, amizade, verdade e aprendizados. Educação e amor. Família e sociedade. Tempos em que andava-se pelas ruas sem tanto medo. Eram adoráveis os fins de tarde, vendo os vizinhos se reunirem para conversar nas portas de suas casas. As crianças podiam se relacionar abertamente com brincadeiras saudáveis e brigas inocentes e passageiras, seguidas de abraços. Nas escolas cantava-se o Hino Nacional da "República Federativa do Brasil" o nosso País. Nada é perfeito. Nada dura pra sempre. Hoje não muito velho. Observo descontente e indignado, a imundícia em que os valores e princípios morais, estão mergulhados. A esperança deve ser sempre a última a morrer.
Nas esquinas paradoxais de ruas enluaradas, pedras no asfalto descrevem o barulho das marchas de pisos fortes que somem por entre as fumaças das épocas. O Tempo adotou preciosas medidas de filtração. Nada sobre nada poderia corromper a Era de novas inundações revolucionárias. O Tempo passou e o barulho das marchas não.
Com licença. Por favor, obrigado. Desculpe-me por ser educado. Não o sou por obrigação e muito menos por aceitação, mas o faço com o coração. Desejo que tenha uma boa noite.
Selinho? É bom. Beijo quente? Muito melhor. Carinho? Não pode faltar. Respeito? Primordial. Amizade? A base. Elogios? Sempre. Críticas? Construtivas. Abraço? Não se nega. Tapas? Só se for entre beijos. Colo? Sempre que precisar. Palavras? Só se forem positivas. Frases? Declaração de afeto. Religião? O amor. Verdade? Sim. Mentiras? São devastadoras. Perdão? Um alívio. Sexo? Seguro e com desejo. Amor? Com reciprocidade. Filhos? Uma benção. Família? Uma necessidade. Trabalho? Um futuro. Vida? Uma oportunidade. Felicidade? Sim. A felicidade está em cada resposta.
Deseja-me? Então me tenha. Me queres ao teu lado, mas não fazes o teu melhor. Não sou facilmente seduzido. Olhares e gestuais, não são minhas prioridades. Corpos belos, rostos lindos e pitadas de sensualidade são armas poderosas, mas não suficientes aos meus critérios.  Para ter-me em teus braços é preciso ter caráter e dignidade. Para ter-me em tua vida, será necessário que esteja do avesso. Quero examiná-la de dentro para fora e não o contrário. Se for constatado a veracidade da intelectualidade da beleza do seu interior, então todo o processo externo será muito bem admirado por minha sensibilidade romancista e só então me terá como desejas nas tuas intenções.
Numa hora dessas, tudo pode acontecer. Montado num raio á beira Mar.  Duzentos por hora, sem parar. Deixando o vento no rosto passar. Maravilhado com lugares lindos. Rumo ao nada. Em busca de novas moradas.
Estas mãos. Tu paralisada. Olhar frio e vazio. Mantida ao veneno da decepção. Palidez te consome. O tremor em tua boca denúncia protesto. Fala tua ira para que não sejas fulminada por tua própria ebulição.
Broto que germina fogo. Trato de um retrato empoeirado. Neve que se deita como cinzas. Água que desliza por sobre as pedras. Frio que abraça o corpo e embaça o vidro da alma. Cheiro que fotografa uma vaga lembrança. Neblina que venda os olhos e lança no abismo o não realismo.
Quando a ficha cai, não tem jeito. Tudo começa a ficar mais claro. Acho que é hora de me levantar e seguir adiante. Amanhã eu não quero acordar com o mesmo semblante.
A travessia orbital da reflexão, ultrapassa a nostalgia da rebelião interior. Foram removidos os desígnios. Reluzia o pulsar gravitacional do pensar. Lamúria sepultada. Estiagem das lágrimas. Transborda o rio da renovação que corre veloz pra desembocar no sorriso final.
Não é bom que o homem viva só? Estar só não é uma escolha. É uma consequência. Viver só não será mais uma consequência e sim uma escolha. Antes só do que acompanhado.
Se a felicidade sorriu pra você, sorria de volta. Permita-se respirar uma nova fase. Ame seus filhos. Declare-se para seus Pais. Abrace seus amigos de verdade. Apaixone-se por si quantas vezes conseguir.
Adoro saborear um banquete. Uma taça de vinho. Um bom papo, um carinho. Parar na varanda e viajar na canção das ondas. Observar a Lua e cheirar a maresia. Fechar os olhos e sentir seu abraço seguido de um beijo no meu pescoço. Por um momento, a camisa desabotoada. Um mergulho no Mar não seria ruim. Tudo se encaminha no paraíso sem fim.