Na areia da Praia pisei sem demora.
Corri de ponta a ponta e lancei-me por água a fora.
Nadei nas costas da superfície.
Adentrei-me no verde azulado de cada ir e vir da água planície.
Vi golfinhos namorados e peixinhos devorados.
Flutuei submerso com tartarugas marinhas e com pedaços de qualquer coisa.
A Natureza chora, enquanto é contaminada pelo Vírus da humanidade.
A consciência de lixo. 

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