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Ponha de volta as tuas vestes. Cala-te ó boca assombrada com palavras infames. Sub julgas a minha honra com vil suborno a minha virilidade? Impusestes a tua bela soberania angelical nas fronteiras da minha insanidade. Me fizeste louco contra a minha própria vontade. Perfuraste a integridade da minha vaidade com atavio de meros olhos castanhos mel. Tu há de arrependestes por tal feito. Tuas magias hão de ser tão singulares quanto a masmorra que fará de morada até o nascimento da tua morte. Ajuda-me a compreender-te. Como ousas enfeitiçar-me com tanta naturalidade? Mesmo quando fecho os meus olhos, vejo a imagem real do teu corpo diante de mim, e sinto o calor e o perfume que passeia pela tua pele. Mesmo quando não posso, quero toca-la. Mesmo quando não me importo, quero senti-la. Mesmo quando todos se voltarem contra mim, quero tê-la em meus braços. Mulher! Como podes ausentar a minha força de lutar contra ti? Como consegues dominar a minha rejeição? O que tu tens...
Desta vez, algo me despertou. Ouço a força que sente o meu interior. Algo que eu espero a muito tempo. Sempre soube da sua existência, mas nunca pensei que fosse tão forte. Agora sei que cada visão, cada sonho, cada pesadelo, cada sintoma me preparavam para uma nova ousadia. Sinto a minha hora chegar tão sutilmente quanto o sopro que suspende a seda na janela. Meu forte. Esta força maior que me suspende como garras na pele. Ao olhar para o Céu, posso entender o que tão logo me espera. Uma força desconhecida e descomunal paira por sobre o meu ponto vital e faz adormecer o medo pelo desconhecido. O Passado, o presente e o futuro, serão fundidos em uma nova Alma blindada de Força maior.
Pendura-me no apoio da loucura. De tão louco fui traído de aventura. Balanço de lábios, mordedura de língua. Cabeça rebate no concreto chapiscado. Seguro e inseguro do que profere minha silábica. Tortura de afoitos olhos sangrentos de ódio medieval. Me ouço nos cantos do quarto. Sinto o eco de um Eu que não sinto. Procuro encontrar o que nunca foi descoberto. Agora me resta a imagem fantasiosa da minha louca loucura. 
Vedado. Cortado. Ferido. Amado. Assombração do meu corpo, escuridão que afaga a agonia. Apavora suas doses entornadas na vidraça dos olhos. Estilhaçadas em gotas. Calafrio nos temporais. Perfuração desejável ao intransigente e exato estado de espírito. Curvando-se aos tremores absolutos de suas cavernas. Me traga a soma da sombra alma, reluzente de tão negro que é.
 Soterrado pela vingança da terra. Revirado e retorcido pela forja das vans Poesias.  Debruçado nos livros que me trazem as viagens, viajo no banho que me atravessa a outro lugar. Portal difundido com água abundante, o Jardim atraía o meu semblante. Sou parte da umidade que refresca a vastidão de verdes agrupados no mesmo ambiente.  
Na hora em que vós me encontraste, sorriste o sorriso da flor que o meu ar perfuma. Vieste como a sombra da cerejeira, adocicando o cheiro da sua pura beleza. Basta-me um toque teu para que morras a minha alegria de tanto prazer. Nada que me queiras me desanimar terá mérito na felicidade que me causas a tua presença. Linda como só. Linda como jamais vi. Linda como o amor da rosa e do Colibri.
                                                                                                                                    FILHO DO TEMPO Aqui de onde me vejo, me anseio de ensejo e seguro o declínio. De fora a fora da minha alma, corro para o abraço do depois. Caído em desperdício de sentir, senti a dor de me arrepender por sentir o que não queria. Insistente é o que sou. Revirei-me por vezes nas insônias da cama. Preferi esboçar auto piedade, ao invés de crescer para a verdade. Atropelei o tempo e fui atropelado pela velocidade da minha impaciência. Aprender é saudável. Então, aprenderei como se aprende o filho do tempo. 
Todas as berrantes idéias sobre o que realmente importa. Importa se importar com o que parece importante? Quem se importa com alguma coisa? Nos importamos com coisas que são coisas. Coisas que fazem coisas que fazem humanos virarem coisas. Isso é morte profunda da vida nua. Isso é viver cada respiro de um ar de objeto que enferruja o fôlego do que realmente é viver. Engrenagens do que é vida! Sejam vendidas, bem mais que as vidas.
Dominante. Elevado. Congruente e severo. Sentimento metódico, afluente e permeável aos vãos das atmosferas abomináveis.   Emotiva brutalidade por vasos preenchidos com amor e requinte. Flautas transversais musicalizavam as rosas orelhas atentas ao declarar do meu amplo eu. Fugi pela busca do mais aplausível cortejar, reformulando as palavras em suas originais pluralidades e singelas expressões convictamente reais. Troquei versos por palmas, palmas por sorrisos e sorrisos misturados ás lagrimas. Certo de que, basta um único toque para que a vossa Majestade usufrua do intenso calor da minha paixão.   
  A felicidade começa aqui. Dentro do íntimo. Veja você mesmo! Talvez não queira enxergar o vulto dos seus pecados! Pecados malditos e amados, arrependidos ou impensados, esquecidos e abraçados pela fraca alma através da fome da carne. Sobreviver independe da sua vontade. Apenas procure exercer o amor e o perdão. Caso contrário, viverá não só apenas a escuridão dos seus dias, mas também apagará a chance de viver a paz que sua alma inconscientemente tanto deseja. 
                                                                            Perigo Minha calma, minha ira. Meus pensantes repentes causados por permissão. Estilo perdido em perigo açoitado, querendo uma fenda para então respirar. O que vejo e ouço, não se evadem do calabouço das minhas lembranças. Corro perigo ao desconstruir o castelo de mudanças galgados pelo tempo. Corro perigo a todo momento, mesmo amando quem insiste em me amar.  
Descubra-se. O valor que procuras está em ti. A voz que queres ouvir ecoa na expansão do seu ser. Todo o alarde contraditório se aquieta no insucesso do seu medo. Embora esse grito tenha se calado, chore para que não se afogue a tua esperança. Junte o querer da sua mente e plante raiz em sua atitude. Vá e busque os ideais dos seus sonhos aparentemente impossíveis. Cresça e tome para si a vitória que te pertence desde o teu nascimento. Cumpra a tua missão e seja coragem diante da sua muralha. Essa é a sua trajetória! Esse é o seu legado! Essa é a sua conquista!
Hoje!  Sua vaidade sucumbiu a vulnerável ação de um desejo. Mesmo acordado, adormeci dopado pela bem aventurança da sua divindade. Receio pousar em sua paz e fazer morada em seu ninho de amor. Quero avança-la intelectualmente por entre suas diretrizes. Possivelmente, adornar a feição dos juízos, burlados por simplórias marcas sentimentais. Pudera sua voz acalmar-me com a mesma canção que cantas nas nossas noites de amor. Fortaleza de gostos e cheiros envoltos no abrir e fechar da janela com o vento forasteiro. Tocar por tocar neste fogo em forma de corpo, me queima a vontade de tornar-me incêndio devastador. Hoje! Me deito na terra de pano, zombando do plano que rouba minha vida.  
Palácios resplandescentes refletem suas notoriedades através dos raios do Sol reluzente. Rochas negras desciam apressadamente por sobre as águas das correntes transparentes e auditivas. Ouvia-se ao fundo um profundo imaginar de indícios miraculosos dos barbantes prateados. Ateados ao fogo ardente, as memórias longínquas debatiam-se por falta de oxigênio moral. Honrada Jequitibá, tombada através de aplausos horrendos que ecoavam no aquecimento do Globo mental do bicho feroz e assassino. Venham aclamar a proclamação dos ruídos implodidos causados por rejeição aos da mesma espécie. Raça de canibais de sensibilidade, devoram suas próprias vidas e ainda mastigam a única chance de sobrevivência da indefesa soberania dos fracos.    
Mentiras se voltam contra você Te fazem se arrepender Mexem com a tua estrutura, causando tortura Levando sua paz a falecer Verdades machucam e causam dor Mas são provenientes do amor Respeito para o outro e para si Criando verdadeiros laços de sorrir Amizade é tão profunda quanto o Universo Gera empatia, aliança, gera amor e gera verso Cresce de uma forma animadora Mas quando falha causa lágrima devastadora Amor gera amor Amor gera dor Amor gera crescimento, que gera, amadurecimento, que gera momento Amor é o milagre mais eficaz na sobrevivência da humanidade Amor é o carinho, amor é o respeito e a lealdade.
Linda criança na praça a brincar Sorria feliz, parecia em nada pensar Fazia ciranda, corria sem medo Cantava em voz alta, sem nenhum segredo Lá se foi a criança de mãos dadas com os Pais Ainda não satisfeita, pois queria brincar mais O Papai dela falou que era hora de jantar E aquela linda criança foi depressa sem reclamar Ah, meu bom Deus! Cuide dos filhos teus! Pobre criança na rua a chorar Sozinha e infeliz, parecia com medo estar O frio e a fome o acompanhava E a noite escura era a sua morada A criança não tinha Pais e precisava de atenção Então de cabeça baixa ela caminhou em minha direção Eu perguntei o seu nome e ofereci um delicioso jantar Assim aquela triste criança se alimentou e ganhou um Lar Nós somos aquilo que agimos! As ações são os reflexos do caráter! O Mundo só estará de fato perdido, quando deixarmos de ter esperança!  
Cresci!  Ouvi o germinar da franqueza do dia calmo. Corri com os olhos fechados pra bem longe do mundo meu. Solucei posteriormente á enxurrada impregnada no amparo do meu segredo. Louvável era o tempo que sonorizava nos poros do vento veloz. Psicose variante, um efeito colateral diagnosticado psicologicamente.  Lucidez confortável que fragmenta a insubordinação do coração desacreditado. Ainda que não creias no amor, amarás outra vez. Embora o amargo corrompa a idoneidade do seu sentimento, saberás que a entrega dependerá somente do que ainda pretende a sua alma.      
Sei o que queres meu bem! Sei exatamente o que pensas agora! Tolice tentar camuflar o pensar e o falar deste Homem que muito te ama. No altar a aliança da confiança, um momento, uma eternidade. Tu és a vida que faz bater o pulsar no meu peito. Antes, a confidência que prolifera amor. Agora, amor que exala verdade. Entrega-me teu querer e deixa-me amar-te por completo. Deixa-me amar-te, desde agora, até o sempre do além.
Ouça-me! Falácias vertentes.  Cálido trovejador de pureza. Embasados colapsos fragmentados por gestação de Ardor. Falta de oxigênio vibrante perolado no raro da noite acoada. Humor frenético decaído na zona da ignorante ironia. Nevou no açoite dos coiotes em lavas. Murmurei tentação na tentativa da compreensão de vãs adultérios primórdios em audição objetiva. Raposas expunham suas verminoses nos rabiscos equivocados dos travessos. Hora de fora do agora que embora morra por ambição de gênero! Entendeu?    
Essa boca úmida, me mata a sede! Este teu silêncio, provoca o grito! Outro começo, outra introdução. Caminhos que distorcem a causa do querer de um princípio. Dosada magia de uma falsa inocência. Embora minha orelha estivesse na sua língua, ousamos falar a linguagem de outras línguas. Dialeto vulgar revestido com perfume de corpo em chamas. Veneno benigno jorrado na veia do sangue do desejo. Paixão em cor de prazer. Prazer em tom de delírio. Um ato de fé emocional na côrte das havidas loucuras.  
Calculei o gotejar da saliva das águas cascatas na boca da selva. Encantei-me por uma Nativa de pele vermelha que andava na relva. O Portal entre aberto deste sonho dormido, jogou-me dos ares do lindo Lar, nas ruínas antigas. Viver o passado em Presente na correção do Ciclo mágico. Viajei por lugares diversos e por corações abandonados. Vi e ouvi argumentos que me assombraram por dentro. Agora, estou aqui, diante de ti, para revelar a angústia que é, amar e amar, por séculos e séculos, através dos Céus e Mares, sem que este mesmo amor saboreie a vida que presenteei. 
Rasguei as amantes do peito com gelada sonegação de atenção. O júbilo restringiu-se a Lua Lunna que revestiu o meu canto com Uivo de branca luz. Surgiu um enorme espaço ao Sideral Universo de minuciosos pensamentos. Meu fadado e coeso mistério, aderiu a causa da Dama que encanta a Honra. Por hora, desvairou-se o legado das heranças palavras do adocicado hálito poético. Ao longe por vez, tentando talvez, amar complacência em Roma ou Madri. Lua Lunna, sua lunática! Apavora-me por teus confabulos  exagerados e únicos! Caiu sobre mim outra vez, a tua luz própria que amando me fez. Hoje, ao som das estrelas que estalam, meus cantos sonoros me embalam, ao mar de sorriso, do lar do ventre da Alma tua, amada Lunna.   
Querida Flor. Amor tempestade que agita os mares do jardim da calmaria. Solene parte daquela metade que bate forte nesta dor que fatia. Por que me desejas com olhos de fogo? Por que me desperta o fogo de beber teu desejo? Atirou-se na cama dos meus braços, relaxada e confiante. Delegou-me o mergulho entre corpos molhados neste instante. Arranquei tua explosão por debaixo das vestes semi abertas. Loucura? Prazer? Seja lá o que for, tudo o que quero nesta eternidade em noite! É você! 
Se há causa no tom avermelhado do seu globo ocular, então submeto-me a expandir glória nos neurônios das palmeiras ao longo da caminhada pelos seus nadas. A nitidez que deprime o vestido de noiva ao reflexo do olhar marejado de sonhos, do outro lado daquela vitrine.  Bonito ferido, decepou seu vigor de maneira suntuosa. Apelidou-se de sombras e desgovernou-se em demasia. Mesmo que cercado por calor humano, este, que se sente apavorado consigo, derrama fagulha nas palhas D'Alma.   
                                                                    Na Época Em um trem antigo e muito luxuoso, chamado vulgarmente de Maria Fumaça, encontrei o passado perdido. Ali observei cada detalhe do seu interior. Assentos revestidos com couros, acolchoados aveludados e madeiras de primeira. Lustres a base de lamparinas, cortinas de tecidos sedosos e carpetes macios e decorados por todos os vagões.  O perfume floral delicioso misturado ao cheiro de charuto me chamou muito a atenção. Um casal conversava e demonstravam muita elegância em seus estilos e comportamentos. Ele além de ter uma ótima aparência física, tinha porte e postura. Estava vestido com um terno bem alinhado, usava um chapéu a caráter e possuía muitas jóias em seus dedos, além de pitar o charuto. Mas o que mais me chamou a atenção foi ...
  Bate o sino e o som navega por sobre o vento.         Suas asas se escoram nas macieiras ao longo das vestes do tempo.         Embora se vê o deitar desta sombra por sobre a face do leito selvagem, se nota também a passagem da sã corredeira ao gosto do cheiro das muitas maçãs.      As mãos que passeiam nos trigos, são as mesmas que almejam sua pele.       Calcei meus caminhos com as flores da terra, buscando beleza fugindo da guerra.        Visitei a reflexão por várias e várias vezes até encontrar um lugar onde eu pudesse me deitar.     Deitei-me por sobre os montes aos montes, uivei na cadência da fêmea que me farta de tanto carinho.  
                                                                        A Realeza Como Príncipe me levanto para que alguém se sente. Dou Bom dia, Boa tarde, Boa noite e pergunto: Como vai você? Sou mais Honesto com as pessoas do que comigo. Exerço a humildade, igualdade, sinceridade e ainda encontro tempo para ser modesto. Amo a verdade, mas tenho a mentira como parte de mim e por isso me despedaço a cada dia para viver o máximo da minha verdade. Sou mais admirador do que há por dentro do que o que há por fora. Sei ouvir e aconselhar para o bem. Ando sempre disposto a estender a mão. Apesar de endurecido por traumas durante o percurso da vida, tenho bons sentimentos e ainda, sei ser um bom romântico, galanteador, condutor de boas frases e um nato carinhoso. Entendo a hora de ser sutil, br...
                                                                      Prazer que escorre Aperte os teus olhos outra vez.  Que pele! Que rosto! Ao lábio dourado o gosto de beijo. Ao corpo inflamado mortal é o desejo. Cheiroso este lugar, onde gosto de ficar e beijar. Sentindo o quentinho, em seguida o arrepio. Na hora da língua nenhum pio. Escuro e molhado na sombra do delírio. Escorre prazer de uma língua para outra, sem pausas definitivas. Lindo o suspiro que destes após este abraço.
Esmalte em mercúrio. Agucei os estalos originais da represa menina. Li com a língua a transpiração do teu pescoço. Degustei adrenalina tua para que se deite na minha pele a agressividade involuntária das tuas unhas pintadas. Pedra sob a sola do pisar. Ressoa o sangrar abatido deste singelo pulsar por sentir. Ecoa minha verdade através das muralhas do Castelo Bem-Mal. Por hora já basta.
                                                    A Visão do contato Turbulenta visão. Anuviou de cinzas o embaçado dos nervos destes olhos. Profundamente absorvido pela garganta das sombras, afundei nesta movediça lama negra lentamente. Ao redor de mim, mesas e gavetas estendiam-se pelos corredores do medo. Cruzes, fotografias em preto e branco, pó de carnes sem vida e seres bizarros, lavados em um Mar de fogo eterno debaixo dos meus pés flutuantes. Era a força da fraqueza da alma. Sondado por Ele baixei a cabeça, pois os meus olhos não suportaram ver tanta estranha vibração nos seus gestos. Ele não dizia nada, apenas me observava com ar de pleno contentamento. Ele teve a oportunidade de me desfazer, mas não o fez. Somos os mesmos poderes, sofremos com a mesma expressão. Assim nada por nada ousou me ferir. Flutuei em retorno a realidade, s...
Pensei por pensar. Sorri pelo que pensei. Sonhei outro sonho em noite tranquila. Amante de qualquer coisa, o espaço da mente camufla o repente.  Agi como se nada invisível me atingisse o equilíbrio. Tonteado por suntuosa rendição mental e sonífera, aguentei o sonambulamento do desvirginado e sagrado movimento. Já não se opõe aos mesmos vestígios de substituição racional. Cala-te boca pensante! Nunca diga nunca para o nunca que se levantas do infinito finito deste sono disperso! 
Agora, lá fora. Voltando ao início da partida. Sem dó, sem vontade, sem medo, sem cor. Preto e branco colorindo as tuas bobagens. Perdida em si, sem jeito pra rir, batia ininterruptamente na mesma tecla outras duzentas vezes. Sufocas a minha paciência, deturpas a minha anti-aderência. Provocas gozo na graça da sua nada sem graça alegria.  Tuas misturas comportamentais, desnorteiam meu senso mais apurado de humor. Fatal é o gerar de compostura, juntamente com procura de algo que muito se quer declarar. Sua doida varrida! Varre de uma vez por todas essa tua energia, que só me faz cada vez mais, te amar de verdade.
Eu e tua desordem. Tua bagunça, bagunça o estado normal. Postura de fotografia desconsertante. Fetiche podado em sensatez. Nenhuma loucura perante o retorno das vozes. Mesmo caída de excitação, retorcida no virar dos olhos, tua boca expulsava palavras quentes. Tirei sua paz cantando amor. Dancei no salão da tua pele a dança dos beijos. Cedi novidade ao teu conhecimento, fracionando exato momento, vestidos de nuvens e banhados de Céu azul para introduzir nossas almas ao pleno amar deste nosso real.
Outra vez. Altivez. Vertigem de semelhança estática. Biologia noturna em sangrenta gramática. Polia a cicatrização meramente exposta, beirando a Costa. Fugia junto a junção dos teus cálculos. Reteria algum alvo chamado solene? Nunca citei outro discurso. Nunca amei desamor lateral. Não precisa entender o dizer desta escrita, apenas seja sensível a voz do meu coração que anseia por descrever mais uma vontade. 
                                                    Nevoa Horizontal Afastou-se a nevoa horizontal da grama alta. Livremente avistou-se as maravilhas do lugar. Humor de garoa evaporada em marejar de salivas de orvalhos. Basicamente um Norte de reflexão dependurado nas instâncias da ocasião. Favor jogado na poça dos perdidos prantos. Sentado nas curvas de dois caminhos apreciando desoladamente as rugas que proliferam na sua matéria, em busca de outros paradigmas para a conclusão do que sua alma sente.   Desta vez algo se justificou com ruídos desordenados, atropelados por soluços sequenciados e uma alto desestabilização da sua sanidade sentimental. Nada neste exato instante poderia socorrer algo que já te pertencia. Calou-se o vento, as águas e toda a natureza. Avistavam atônitos o reagir do semblante decidido deste corpo sem alma. Algo caiu do...
                                                                            Torre de Marfim Decifrando enigmas da síntese das Galáxias. Ufanavas a volta das Torres de Marfim. Ocultavas o êxtase entranhado nas cavidades informes da complacência do teu querer. Sonoro bafo de morno equilíbrio que vinculavas a mordedura dos teus conciliábulos. Outro intransigente destemido, fadavas o confabular da Dama que desenhava as manhãs com perfumes frutuosos. Soberba da fúria da paz. Extraído conforme o saber da mente, o espírito ama sua semente de rama intuitiva. Fluido exato causou-me profunda tristeza, foi-se o fraterno sonhar com beleza. Do cedro-cheiroso caía dos galhos as lembranças da tua infinita paciência e amorosidade. Hoje me farto com a lentidão dos teus olhos, despindo o chorar da fel...
Mais que a sutileza do Apogeu, são as matrizes revolucionárias do bem estar que a Vida causa. Se hoje não vai bem, certamente em algum momento irá. Se nunca foi bem, certamente em algum momento irá. Isso não se resume somente em fé e esperança, e sim, em acreditar que este pensamento reflete diretamente na sua sobrevivência a tanto caos. Se deseja superar seus problemas, pesquise sobre o problema do Mundo e das pessoas que residem nele e verá que o seu problema não é tão grande assim. Viver é estar exposto aos contatos da Vida. Isso é estar vivo. Amar, Sorrir, chorar, sentir dor, raiva, sofrimento, medo, prazer... ...tudo isso é viver. Não podemos perder tempo reclamando "desta" que nos da a oportunidade de sermos reais. Veja como é bom respirar, dormir e acordar, amar e amar. Viva, ame, chore, grite, reflita, faça o que tiver que fazer com consciência, mas não deixe de viver a Vida para viver os problemas que a Natureza "dela" nos oferece. Q...
Ele arrastou-se até o nevoeiro e desapareceu. Ele caminha até hoje pelos bosques das montanhas geladas. Suas cavernas eram vistas no seu interior. Da toca da matilha, impera seu instinto Alpha. Força e vitalidade cobriam seus pêlos. Focinho manchado de morte assombrava as sua lembranças. Lua nua, que coagula a fronteira do olhar marejado de ódio. Sua conduta contraria sua vontade. Outra vez, mortandade se fez, triturando o caráter do Lobo que agoniza nas dores do remorso da sua transformação. Este Canis Lupus Signatus degustou sua satisfação em necrofagia, após o cadáver corvo solitário, ser solidário ao faminto Alpha. Este Lobo que se apodera das suas calculadas pegadas. Sou Eu.   
                                                                        Embora virado à perfil de descanso, nem hora, nem fora, adentra lugar. Vestido, já bastou o relance subsequente do ferimento psíquico. Sem perca de tempo, pulou das alturas, lançou-se nas veias do desconhecido, alucinando a permissão sádica de sua conjuntura cerebral. Dormente, saltou dos teus olhos a gula dos rios salgados. Curta memória fragmentou as areias da ampulheta da face Universal. Improváveis vestígios de meteoros comportamentais remendam a alma impregnada de cacos irreparáveis. Deixe sua jornada apoderar-se do ato.      
As abelhinhas passeiam pelo jardim. Os peixinhos nadam na Lagoa. Os passarinhos cantam no quentinho dos seus ninhos. As árvores condicionam a pureza do ar com sua Fotossíntese. Os lobos demarcam seus territórios. O transparente das águas se mistura ao verde do Vale. O Roxo, Lilás, Azul, Laranja e Amarelo se deitam sobre as montanhas no fim da tarde. E você?  O que tem feito, além de fazer com que eu a ame cada vez mais ? 
Retardo anormal numa asfixia reagente. Caído no desmaio tão negro quanto seu desmaiado. Absorvendo deste aprendizado mental e inconsciente, os mais absolutos absurdos do caos da espiritualidade visual. Sei que durante a estadia da força indevida, muita capciosidade foi penetrante na minha falta de auto controle. Enfim, produzi elementos mais agressivos contra a minha auto defesa psíquica e espiritual. Outra vez fui aprisionado nas revelações cavernosas, obtendo uma conclusão volátil da minha insurgência pioneira .      
Jamais me voltei pelas frases torneadas. Outra me invade conforme o escape. Se exaspera em devida funcionalidade, não conformidade disciplinar. Acabaria o socorro, fundiria a indagação e fomentaria os fragmentos dispersos. Toda via, o interesse baseou-se em repetidas recaídas. A cada mordida feria a probabilidade dos saltos enigmáticos do romance . 
                                                                            Ser Mãe       Após a morada de longa data, a mãe do corpo sente falta da sua parte.     Esta primeira luz.  Este primeiro olhar.  Esta voz que eu insisto em conhecer.  Este primeiro contato com o frio pra sentir em seguida o calor e a proteção de um abraço sincero.  Loucura é descrever tal sentimento.      Da formação da vida ao penetrante olhar infinitamente capaz de expressar a dor que causará inteira felicidade. O alimento mina do mesmo peito que bate e bate de tanta alegria.      Nada existente será capaz de detalhar tal feito com tanta propriedade, se não as mães que dão origem aos seus filhos.       Ser mãe é amar ...
Ao partir, bateu a porta. Sem demora sumiu no perfume das Bromélias. O Crepúsculo repousou-se sobre o horizonte, enquanto sua imagem fundia orvalho e saudade. Mesmo composto por indumentária rajada de essências nativas do seu último abraço, optei por desnudar-me da depressiva nevasca. Mesmo que não volte! Saiba de antemão que Tu nunca haveria partido de fato, fazendo morada no ninho da minh' alma!    
                                                      Falta o bem princípio Folha seca. Viajante de Ribeiro abaixo. Tornava-se pó no árido deserto da arrogância. Desprendia-se do estado verbal como flecha atirada aos povos de outra Nação. Apodrecia o seu caráter cogitando diferença de igualdade. Adorava papéis que tem mais valor que vida. Enquanto a existência é despejada valão abaixo, preocupa-se fervorosamente com objetos, demonstrando inteira insatisfação com o que tens em sua posse. Este morto, não merece viver esta morte diante das muitas mortes de princípios, que o vento do próprio umbigo insiste em levar para o vale do despenhadeiro da intolerância.  
Gulosa. Degustou minha tara com cara tara. Não para. Carinho é bom como o som de uma voz ao ouvido. Sussurro bandido. Sonoro desejo desliza audição. Fagulhas de fogo acendem brasão. Vulcão, explosão, emoção, coração, tesão. Toca o toque desta boca concorrente. Lambendo a carnalidade dos lábios exprimidos e carentes. Sinta-se devastada, Raposa propagada .
Chore aqui. Chore em meus braços. Chore outra vez. Chore o sorrir de outra lágrima. Componha chorar no sorrir de brincar. Leveza da Alma e a culpa se vai, chorar causa sono, não é nada demais. Pedir aperto molhado do olhar, arrasta o tal sentimento pra todo lugar. Chorar causa sono. Bocejo do dom de sentir o fluir. Corpo humano, tão humano que amo. Chore. Chorar faz bem. Não chore por ninguém, somente por alguém .
Abra-me a boca da avareza dos teus mundos. Colapsos horizontais disseminam as suturas canibais polidas ocasionalmente. Tudo dúbio, cavalo malhado no caule calcário. Ameniza Ametista que concubina assobia. Sabiá sabia justiça brincando de voo. Cantavas no Mar remoto um palmo de altivez.  
Das asas dos olhos da noite, luminosidade revestindo um súbito qualquer. Diferente apaisano, metano galgado em sua fria distorcida. Reverenciei a sombra branca que manchava o orgulho do sombrio.  Caminhei pelo escuro, pisando na noite e mordendo o vento negro. 
Mostra-me o que os teus pensantes ares coagulam neste imediato exibir. Fala-me dos teus conhecimentos a cerca da felicidade solitária. Conduz os meus atos aos teus e traga-me mais uma taça de boas palavras. Conforta-me na serenidade do teu olhar implodido de compaixão e ternura. Da-me outra vez a beleza de ouvir seu cantar em poesia. Toca-me com alma de gosto e rosado no rosto. Entorna-me sobre o querer que tu tens e deixa-me devastar o teu equilíbrio e a tua sanidade. Arrancarei o seu tédio com beijos rebeldes. Amaldiçoarei a sua maldição traduzindo em milagres os portos da sua integridade.     
De hoje em diante, voltei no passado. Vi o ônibus que partia para onde eu ia. Entrei nas ondas do Sol matinal que meu rosto aquecia. Minha idade era pouca diante do muito do mundo. Neste dia, chamado Domingo, eu visitaria meus irmãos. Após o culto, Mamãe de mãos dadas comigo me dava atenção. O sorriso se fez mais uma vez. Passado embaçado. Lembrança que me traz lembranças. Ah, como é bom estar de volta ao começo.
                                                              ARTE MULHER        Pálpebras abrangentes. Sobrancelhas imediatas.  Olhos de cor e olhar profundo. Lábios salientes. Cabelos perfumados. Fala disciplinada. Corpo de cor dourada. Curvas acentuadas. Toque desconcertante. Sorriso de brilho brilhante. Sentimento de quem sente. Atitude de quem gosta. Calor que incendeia a carne. Entrega de quem ama. Expressões que demonstram verdade.  
 Pólen que tempera flores.  Flores que exalam odores, com várias cores que inspiram amores. Amores que causam dores. Dores que causam amores. Ato de observância das tonalidades que surgem na infância. Dores e amores degraus da experiência precoce. Experiência tamanha formadora de vida. Vida expelida em variáveis que resultam em morte. Morte que causa vida em cada vivida. Que viva a vida vivendo em sintonia com o agora.   
Trovão azul, ventilando a respiração do espaço. Luzes rabiscam as nuvens desordenadas. Faro de boca pintada. Boca carnuda molhada. Inteligência cavando a cabeça da mente. Do corpo da sombra de tantos sentidos. Veloz cadarço preso em desmonte de coisas grandes.  Chumaço de gotas em leque de água corrente que prende as pernas dos Alces alpinos.  Tentado atentado ao varrendo dos pensantes.  
TATO  Refino purificado em amatório contrato. Desta substância liquidifiquei censura e admoestação. Brusca sensibilidade, se arriscando nos beirais das concordâncias fundamentais. Gosto que gosta gostoso da aventura membrana da vida. Caros relatos ponderam intimamente a condição de servidor. Servir também é um ato de nobreza.   
Toda vez que te arrancarem a alma através das lágrimas. Grite sua dor em silêncio profundo. Se matarem tua dignidade com afinidade em retrocesso. Debruce nos ombros de quem tanto confias e deixe que suas emoções deslizem sobre as rochas da compreensão. Toda via, matar ou morrer é pra quem se entrega a luta. Morrer sem lutar é pra quem se entrega a falta de crença na esperança. Viva sua luta morrendo de amor pela vida que mata a dor que maltrata. Entregue-se ao sorriso que vem ao longe. 
Das Framboesas somente o sumo. Da tua beleza vital consumo. De um mero quero, Amora flor. Servindo a vida em teu favor. Ninguém se importa com o interno seu. Me espanta a fala que apareceu. Jorrando belo por sobre tua alma. Falando amor em ações que te acalma.
Quando teus sonhos sufocarem os inícios da tua real esperança.  Vista de despertar, o sono da consciência que liberta de uma só vez, a limpa realidade.
Fortaleça as memórias compenetradas no ângulo frontal da sua estrada.
                                            Me ama de novo? Me ama de novo? Foi muito gostoso! Prefiro seu colo e um beijo fogoso. Me arde o prazer do alguém que se ama. Amor de verdade é pra eternidade, não termina na cama. Na cama o abraço, o beijo e o carinho. Depois de te amar não estou mais sozinho. Prazer dado á dois no lindo gozar. Enchendo a beleza do nosso entregar. Prefiro ser calmo e as vezes selvagem. No amor tudo é bom quando se tem confiança e coragem. Momentos de sublimes carícias como testes. Em outros momentos te jogo na cama rasgando tuas vestes. Me ama de novo? Foi muito gostoso!