Bate o sino e o som navega por sobre o vento. 
       Suas asas se escoram nas macieiras ao longo das vestes do tempo. 
       Embora se vê o deitar desta sombra por sobre a face do leito selvagem, se nota também a passagem da sã corredeira ao gosto do cheiro das muitas maçãs.
     As mãos que passeiam nos trigos, são as mesmas que almejam sua pele.
      Calcei meus caminhos com as flores da terra, buscando beleza fugindo da guerra.
       Visitei a reflexão por várias e várias vezes até encontrar um lugar onde eu pudesse me deitar.
    Deitei-me por sobre os montes aos montes, uivei na cadência da fêmea que me farta de tanto carinho.
 

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