Esmalte em mercúrio.
Agucei os estalos originais da represa menina.
Li com a língua a transpiração do teu pescoço. Degustei adrenalina tua para que se deite na minha pele a agressividade involuntária das tuas unhas pintadas.
Pedra sob a sola do pisar. Ressoa o sangrar abatido deste singelo pulsar por sentir.
Ecoa minha verdade através das muralhas do Castelo Bem-Mal.
Por hora já basta.

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