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Mostrando postagens de maio, 2015
Agora, lá fora. Voltando ao início da partida. Sem dó, sem vontade, sem medo, sem cor. Preto e branco colorindo as tuas bobagens. Perdida em si, sem jeito pra rir, batia ininterruptamente na mesma tecla outras duzentas vezes. Sufocas a minha paciência, deturpas a minha anti-aderência. Provocas gozo na graça da sua nada sem graça alegria.  Tuas misturas comportamentais, desnorteiam meu senso mais apurado de humor. Fatal é o gerar de compostura, juntamente com procura de algo que muito se quer declarar. Sua doida varrida! Varre de uma vez por todas essa tua energia, que só me faz cada vez mais, te amar de verdade.
Eu e tua desordem. Tua bagunça, bagunça o estado normal. Postura de fotografia desconsertante. Fetiche podado em sensatez. Nenhuma loucura perante o retorno das vozes. Mesmo caída de excitação, retorcida no virar dos olhos, tua boca expulsava palavras quentes. Tirei sua paz cantando amor. Dancei no salão da tua pele a dança dos beijos. Cedi novidade ao teu conhecimento, fracionando exato momento, vestidos de nuvens e banhados de Céu azul para introduzir nossas almas ao pleno amar deste nosso real.
Outra vez. Altivez. Vertigem de semelhança estática. Biologia noturna em sangrenta gramática. Polia a cicatrização meramente exposta, beirando a Costa. Fugia junto a junção dos teus cálculos. Reteria algum alvo chamado solene? Nunca citei outro discurso. Nunca amei desamor lateral. Não precisa entender o dizer desta escrita, apenas seja sensível a voz do meu coração que anseia por descrever mais uma vontade. 
                                                    Nevoa Horizontal Afastou-se a nevoa horizontal da grama alta. Livremente avistou-se as maravilhas do lugar. Humor de garoa evaporada em marejar de salivas de orvalhos. Basicamente um Norte de reflexão dependurado nas instâncias da ocasião. Favor jogado na poça dos perdidos prantos. Sentado nas curvas de dois caminhos apreciando desoladamente as rugas que proliferam na sua matéria, em busca de outros paradigmas para a conclusão do que sua alma sente.   Desta vez algo se justificou com ruídos desordenados, atropelados por soluços sequenciados e uma alto desestabilização da sua sanidade sentimental. Nada neste exato instante poderia socorrer algo que já te pertencia. Calou-se o vento, as águas e toda a natureza. Avistavam atônitos o reagir do semblante decidido deste corpo sem alma. Algo caiu do...
                                                                            Torre de Marfim Decifrando enigmas da síntese das Galáxias. Ufanavas a volta das Torres de Marfim. Ocultavas o êxtase entranhado nas cavidades informes da complacência do teu querer. Sonoro bafo de morno equilíbrio que vinculavas a mordedura dos teus conciliábulos. Outro intransigente destemido, fadavas o confabular da Dama que desenhava as manhãs com perfumes frutuosos. Soberba da fúria da paz. Extraído conforme o saber da mente, o espírito ama sua semente de rama intuitiva. Fluido exato causou-me profunda tristeza, foi-se o fraterno sonhar com beleza. Do cedro-cheiroso caía dos galhos as lembranças da tua infinita paciência e amorosidade. Hoje me farto com a lentidão dos teus olhos, despindo o chorar da fel...
Mais que a sutileza do Apogeu, são as matrizes revolucionárias do bem estar que a Vida causa. Se hoje não vai bem, certamente em algum momento irá. Se nunca foi bem, certamente em algum momento irá. Isso não se resume somente em fé e esperança, e sim, em acreditar que este pensamento reflete diretamente na sua sobrevivência a tanto caos. Se deseja superar seus problemas, pesquise sobre o problema do Mundo e das pessoas que residem nele e verá que o seu problema não é tão grande assim. Viver é estar exposto aos contatos da Vida. Isso é estar vivo. Amar, Sorrir, chorar, sentir dor, raiva, sofrimento, medo, prazer... ...tudo isso é viver. Não podemos perder tempo reclamando "desta" que nos da a oportunidade de sermos reais. Veja como é bom respirar, dormir e acordar, amar e amar. Viva, ame, chore, grite, reflita, faça o que tiver que fazer com consciência, mas não deixe de viver a Vida para viver os problemas que a Natureza "dela" nos oferece. Q...
Ele arrastou-se até o nevoeiro e desapareceu. Ele caminha até hoje pelos bosques das montanhas geladas. Suas cavernas eram vistas no seu interior. Da toca da matilha, impera seu instinto Alpha. Força e vitalidade cobriam seus pêlos. Focinho manchado de morte assombrava as sua lembranças. Lua nua, que coagula a fronteira do olhar marejado de ódio. Sua conduta contraria sua vontade. Outra vez, mortandade se fez, triturando o caráter do Lobo que agoniza nas dores do remorso da sua transformação. Este Canis Lupus Signatus degustou sua satisfação em necrofagia, após o cadáver corvo solitário, ser solidário ao faminto Alpha. Este Lobo que se apodera das suas calculadas pegadas. Sou Eu.   
                                                                        Embora virado à perfil de descanso, nem hora, nem fora, adentra lugar. Vestido, já bastou o relance subsequente do ferimento psíquico. Sem perca de tempo, pulou das alturas, lançou-se nas veias do desconhecido, alucinando a permissão sádica de sua conjuntura cerebral. Dormente, saltou dos teus olhos a gula dos rios salgados. Curta memória fragmentou as areias da ampulheta da face Universal. Improváveis vestígios de meteoros comportamentais remendam a alma impregnada de cacos irreparáveis. Deixe sua jornada apoderar-se do ato.      
As abelhinhas passeiam pelo jardim. Os peixinhos nadam na Lagoa. Os passarinhos cantam no quentinho dos seus ninhos. As árvores condicionam a pureza do ar com sua Fotossíntese. Os lobos demarcam seus territórios. O transparente das águas se mistura ao verde do Vale. O Roxo, Lilás, Azul, Laranja e Amarelo se deitam sobre as montanhas no fim da tarde. E você?  O que tem feito, além de fazer com que eu a ame cada vez mais ? 
Retardo anormal numa asfixia reagente. Caído no desmaio tão negro quanto seu desmaiado. Absorvendo deste aprendizado mental e inconsciente, os mais absolutos absurdos do caos da espiritualidade visual. Sei que durante a estadia da força indevida, muita capciosidade foi penetrante na minha falta de auto controle. Enfim, produzi elementos mais agressivos contra a minha auto defesa psíquica e espiritual. Outra vez fui aprisionado nas revelações cavernosas, obtendo uma conclusão volátil da minha insurgência pioneira .      
Jamais me voltei pelas frases torneadas. Outra me invade conforme o escape. Se exaspera em devida funcionalidade, não conformidade disciplinar. Acabaria o socorro, fundiria a indagação e fomentaria os fragmentos dispersos. Toda via, o interesse baseou-se em repetidas recaídas. A cada mordida feria a probabilidade dos saltos enigmáticos do romance . 
                                                                            Ser Mãe       Após a morada de longa data, a mãe do corpo sente falta da sua parte.     Esta primeira luz.  Este primeiro olhar.  Esta voz que eu insisto em conhecer.  Este primeiro contato com o frio pra sentir em seguida o calor e a proteção de um abraço sincero.  Loucura é descrever tal sentimento.      Da formação da vida ao penetrante olhar infinitamente capaz de expressar a dor que causará inteira felicidade. O alimento mina do mesmo peito que bate e bate de tanta alegria.      Nada existente será capaz de detalhar tal feito com tanta propriedade, se não as mães que dão origem aos seus filhos.       Ser mãe é amar ...