Eu e tua desordem. Tua bagunça, bagunça o estado normal.
Postura de fotografia desconsertante. Fetiche podado em sensatez.
Nenhuma loucura perante o retorno das vozes.
Mesmo caída de excitação, retorcida no virar dos olhos, tua boca expulsava palavras quentes.
Tirei sua paz cantando amor. Dancei no salão da tua pele a dança dos beijos.
Cedi novidade ao teu conhecimento, fracionando exato momento, vestidos de nuvens e banhados de Céu azul para introduzir nossas almas ao pleno amar deste nosso real.
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