Torre de Marfim
Decifrando enigmas da síntese das Galáxias.
Ufanavas a volta das Torres de Marfim. Ocultavas o êxtase entranhado nas cavidades informes da complacência do teu querer.
Sonoro bafo de morno equilíbrio que vinculavas a mordedura dos teus conciliábulos.
Outro intransigente destemido, fadavas o confabular da Dama que desenhava as manhãs com perfumes frutuosos. Soberba da fúria da paz.
Extraído conforme o saber da mente, o espírito ama sua semente de rama intuitiva.
Fluido exato causou-me profunda tristeza, foi-se o fraterno sonhar com beleza.
Do cedro-cheiroso caía dos galhos as lembranças da tua infinita paciência e amorosidade.
Hoje me farto com a lentidão dos teus olhos, despindo o chorar da feliz saudade de amar-me como amou-me outrora.   

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