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Mostrando postagens de abril, 2017
Louca. Linda e louca. Não podes me impedir de amar-te como desejo. Nem podes me condenar por admirar quem tu és. Te desejo como vejo. Te almejo como quero. Amar sua alma com maestria e amar o teu lindo corpo com ousadia. Dizer melodia com atos imediatos. Dosar o teu dia, ignorar tua loucura e gozar alegria com sua bravura. Louca como só. Te enfureces este adjetivo, mas a tua insanidade me trouxe o motivo. Loucura que amo. Tu és a doida varrida que amo amar.
Horário, velocidade absurda. Frequência mal resolvida. Bebidas e trajes. Indumentária da Artes. Sonoras sonolências enluaradas com fogo e pó. Nuances em anuncias virais. Sorrateiros rótulos estampados em masmorras culturais. Vitrine da vida. Um botão de partida.
Na esquina do medo uma nova vertente Prosperava o andar da soberba no caminho latente Trombavas dilacerado com tamanha desenvoltura Pedia e amargurava um amor de aventura. Já não era mais um despertar Era apenas um amamentar permissivo de fadar Apunhalava o seu próprio peito com ilusões verdadeiras Chorava e sorria quando achava e perdia sua paz passageira. Inócuo amor, jurou liberdade Remissão revestida de momento certo Permanecias intato o músculo que bombeia sangue Poria fatos no seu planejar  Matando aos poucos a tal jugular.