Na esquina do medo uma nova vertente
Prosperava o andar da soberba no caminho latente
Trombavas dilacerado com tamanha desenvoltura
Pedia e amargurava um amor de aventura.

Já não era mais um despertar
Era apenas um amamentar permissivo de fadar
Apunhalava o seu próprio peito com ilusões verdadeiras
Chorava e sorria quando achava e perdia sua paz passageira.

Inócuo amor, jurou liberdade
Remissão revestida de momento certo
Permanecias intato o músculo que bombeia sangue
Poria fatos no seu planejar 
Matando aos poucos a tal jugular. 

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