Pensei por pensar. Sorri pelo que pensei.
Sonhei outro sonho em noite tranquila. Amante de qualquer coisa, o espaço da mente camufla o repente.
Agi como se nada invisível me atingisse o equilíbrio. Tonteado por suntuosa rendição mental e sonífera, aguentei o sonambulamento do desvirginado e sagrado movimento.
Já não se opõe aos mesmos vestígios de substituição racional. Cala-te boca pensante! Nunca diga nunca para o nunca que se levantas do infinito finito deste sono disperso!
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