Hoje!
Sua vaidade sucumbiu a vulnerável ação de um desejo.
Mesmo acordado, adormeci dopado pela bem aventurança da sua divindade.
Receio pousar em sua paz e fazer morada em seu ninho de amor.
Quero avança-la intelectualmente por entre suas diretrizes.
Possivelmente, adornar a feição dos juízos, burlados por simplórias marcas sentimentais.
Pudera sua voz acalmar-me com a mesma canção que cantas nas nossas noites de amor.
Fortaleza de gostos e cheiros envoltos no abrir e fechar da janela com o vento forasteiro.
Tocar por tocar neste fogo em forma de corpo, me queima a vontade de tornar-me incêndio devastador.
Hoje! Me deito na terra de pano, zombando do plano que rouba minha vida.
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