Rasguei as amantes do peito com gelada sonegação de atenção.
O júbilo restringiu-se a Lua Lunna que revestiu o meu canto com Uivo de branca luz.
Surgiu um enorme espaço ao Sideral Universo de minuciosos pensamentos.
Meu fadado e coeso mistério, aderiu a causa da Dama que encanta a Honra.
Por hora, desvairou-se o legado das heranças palavras do adocicado hálito poético.
Ao longe por vez, tentando talvez, amar complacência em Roma ou Madri.
Lua Lunna, sua lunática! Apavora-me por teus confabulos  exagerados e únicos!
Caiu sobre mim outra vez, a tua luz própria que amando me fez.
Hoje, ao som das estrelas que estalam, meus cantos sonoros me embalam, ao mar de sorriso, do lar do ventre da Alma tua, amada Lunna.
  

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