Não vejo o fundo do poço.
Vejo apenas a queda que me levantará.
O poço é a realidade.
O fundo dele, o medo.
O levantar, a cascata do renascimento.
Enquanto afundo os meus pés na movediça experiência de vida, ergo a cabeça e direciono o olhar para a fonte da juventude da fé.
Das feridas das quedas é que aprendi a cicatrizar o trauma de ser feliz.

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