Varanda segregada. 

Princesa de Ébano negligenciando o flerte de aurora.
Casinha de veraneio para hibernação dos cônjuges consumados.
No cérebro de diamante, consoante símbolo de mosaico lendário.
Sábia redenção de cofres sentimentais emoldurados em DNA clonado. Sem refino de intelectualidade artística, não se constrói uma literária riqueza amorosa.

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Não consigo compreendê-la.
Depois de tanto tempo! 
Depois de tanto sofrimento!
Reencontrar-te foi bom, mas o tempo massacrou a coragem de me entregar outra vez.
O seu "papo" de amor me fez refletir a respeito, mas as suas atitudes me disseram o contrário.
És linda, és jovem, precisa mesmo aproveitar o momento. 
Mas e quando a velhice chegar?

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Um fenômeno feminino, uma fêmea alarmante.
Descrita como fera da gigante estratosfera. Sinônimo de luxúria permitida.
És a senhora da guerra dos prazeres. 
És uma selva em forma de gata selvagem.
Sedenta por seu macho flamejante e ofegante, cogita a permeabilização do nervo nervoso em matas perdidas.

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Trânsito de espermatozóides.
Singelas criaturas minúsculas e adoráveis.
Entransitados e expelidos no túnel da vida. 
Vidinhas felizes na corrida pelo pódio mais alto.
Bênçãos geradas pela união de dois corpos unificados.
Somos vitoriosos desde o Princípio.
Graças a Deus.

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Os anos não me pouparam!
Surgi de um laço de amor, fui apresentado à existência em tempos distantes e em terra fofa finquei minhas raízes. Vivenciei a tona da trajetória, abracei as novidades da infância, enlouqueci a minha adolescência, brinquei de amar o amadurecer dos amores da juventude.
Casei, gerei filhos, enterrei os meus pais, e hoje, como uma folha seca deixo a vocês, filhos e netos a herança do amor e me deito no leito do jardim e fecho os meus olhos para o descanso do agradecimento.

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Colar de pérolas negras.
Anel de brilhantes, olhos de diamantes amantes do véu de nuvens em branco neve.
Cavalgando sobre o infinito deleite de enfeite solar.
Louvor em essência carnal, canal de uma vitória-régia descansada no pântano hermafrodita da censura medieval.

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Labareda metálica. Candelabros e tochas na alma das rochas.
Inseto maldito com formato esquisito, cólera na veia da vida morta.
Negro, cor da força em sombra noturna. 
Ser subterrâneo apavorado por ter que disfarçar sua real origem diante da raça da incredulidade.
Uísque de O negativo, semântica da ironia.
Uma decepção aparente da alheia bondade.

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Como não sentir a sua adrenalina? 
Suas palpitações, sua boca faminta por um beijo meu!
Quando o amor abraça teu sorriso é luz, nossos corpos quentes, timidez ausente por um mundo de prazer pra nós.
Não há limites pra amar um alguém assim tão especial, você me faz feliz demais.

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Entornei meu amor na mais pura beldade e acabei manchando de arte muitas folhas. Desprendeu-se o perfume das suas montanhas de pele na minha cama.
Eu limpei a marca de batom no meu rosto e passei na minha boca pra sentir o teu gosto. Me deixa sussurrar em teu ouvido, eu quero mergulhar profundamente em ti com as tuas garras fincadas em mim desenhando prazer.

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Por algum instante...
·... fiquei pensando em nós dois.
Neurônios intransponíveis no aquário de memórias.
Sabedoria de calados gritos. Metódicos fluidos de apurações convergentes fanatizam migalhas de qualquer coisa. 
Somos a revisão das metades.
Somos a revolução das torres alabastros do bem.

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Sopro de pólen, vespas no caule.
Suco de chuva que encharca o pomar, frente à cabana, vista bacana, pode tardar o vento a sondar.
Sentado na ponte pescando vigor, lareira e madeira fazendo calor.
Serra mata fechada, boca aberta beijada, serenata dos grilos amigos.
Tempo de sobra, sobra de mais tempo.

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Cordilheira desprendida dos Andes.
Por hora me chamo pedinte.
Requinte de orgulho teu que não me esmola um perdão.
Fraturei nossa relação. Hoje, me prendo às doçuras da nossa estrada. Estrada esta que atamos nossas pegadas lado a lado com rastros de confiança e liberdade de expressão.
Perdoa se decepcionei sua expectativa, o tornado levará o meu corpo, mas o meu coração estará sempre acompanhado do seu verdadeiro amor.

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Meu cafuné te mima?
Minha boca te alucina?
O meu corpo é um imã?
Então se entregue e não negue que quer sempre mais e mais.
Tatuada com massagens, realizada no casamento, feliz por está aqui comigo neste momento.
No altar eu disse sim e você se emocionou, esse amor não terá fim, pois a paz se acomodou.
Amor que se dá por prazer.

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Febre do forte em demasia.
Farto indigesto do parto desonesto.
Feto de lobo na cadeia alimentar.
Uivos desordenados de euforias, surra de suja água barrenta na face.
Rugas de aprendizado da antiguidade.
Gaitas de tribos indígenas atropelados pelos brancos, tocam a dor da extinção omissa.

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Tâmaras no quintal da praça causam pintas na poeira da terra de fruta pão. 
Paralelo ao corredor de bolhas marítimas, filhotes de bicho Homem brincam frente à grandiosidade deste parque de feras humanas e amores de gente de bem.
Martelo de fixação da vasta possibilidade inflamatória e sonho de esperança.

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Fotossíntese da alma.
Corbelha de adoração a fome, rainha abelha sem nome.
Dedução de conselho, espelho inverso e olhos vermelhos, fumaça de odor radical que embarça o caçar do chacal. 
Parindo raiva de inverno, inferno frio e retalhado de lambança curadora. Estagnação dramática.

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Mutação invisível.
Virei água, molhei sua língua, adentrei em seu esôfago, expirei sua secura e mergulhei sua sede na saciável ambição de se satisfazer com algo imaginário, porém real.
Não quero e não posso somente induzi-la a um mundo de imaginação, mas quero também poder dar-te a verdade concreta do melhor da vida amorosa.
Viagem real.

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Certo dia, lembrei do tempo que o vento do dia levou pra bem longe o dia do tempo do vento soprado.
Fadado coitado no banco da praça do nada, encolhido e sofrido.
Girando o mundo imundo de ponta cabeça, cabeça no fundo do lago oriundo em metal ressurreto.
Patrulha gestante que enfeita a estante no instante fagulha de agulha falante.
Propósito caro de valor barato, bravura da guerra de medo se enterra e planta mesura na fronteira costeira do mar de ressaca da frente futura.

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Dentição de mostarda tarda a ação do sorriso amarelo que se impõe sobre a farda. Plano de mosca fascista vôo de marte ao turista.
Deboche de Porche a duzentos por hora. 
Tração de emoção e mais um poste apavora.
Patada de mostro grosseiro na cara de um cara que é vão passageiro. Paralisia metamórfica, desafiando a lógica.

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A Dama do drama se opôs.
Na cama da trama o roxo da roxa violeta se impôs na represa leveza da presa que reluz na Dama de luz.
Dama de ouro, tesouro vindouro. Fartura a libido, fascínio besouro.
Cereja do bolo, água na boca.
Dama do drama! Venha pra cama!

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Palpei sua pulsação e pelas suas veias percorri por caminhos lindos até o gerador central do seu palácio.
Avistei uma nascente de amor que explodia vida para todas as partes e me envolvi assiduamente no compasso de cada batida acelerada dos seus sentimentos.
Adotei métodos fascinantes para concluir a síntese da fórmula sensível de estar em você.
Silenciei alaridos fonéticos introduzidos no conforto de cada gemido inexprimível da sua arquitetura genial.
Implodi poesias maravilhosas em ti e condecorei sua virtude aos infinitos cantos do espaço sideral.

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Atônito. 
Tempestade de orvalho em preconceito acelerado.
Imprudência querida, abismava-se uma ocorrência cancelada. Opções em gentilezas militantes, conflitantes em gêneros paralelos.
Bufava a fava da bandoleira retratada em couro de chibatadas.
Safra de cobre de cobra morta em seu próprio envenenamento.
Abre-se as imagens do subsolo doentio.

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Balsamo raro.
Jasmins em timbres de sinos sonoros.
Roseiral ao canal do obséquio tintureiro da terra molhada em cheiro.
Pegadas firmes no fofo da grama gramática alterada em contraste uniforme.
Polissílabas a-pai-xo-na-das por magmas incandescentes de realismo ocular e plurais infratores de satisfação em cadeia.

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Naquele dia. A janela batia.
Atalho em sulfato de nostalgia. O inverno se aquecia agasalhado na quentura do frio da morte gelada.
A sombra da Lua adentrava em um quarto mobiliado por pó e mofo. 
Lacunas colunas trilhavam cavernas nas dunas andantes. Livro fraterno em forte batidas de martelo.

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Indubitável interesse em fabulosa oratória. Riscando marés de grandes peixes, afugentando matrizes de alvenaria patológica.
Aranhas gesticulam suas teias para o globo ocular do mato mal humorado. Candenciava-se o peso do tudo nas costas do pobre fracasso.
Zombei da comida estragada que alimenta a mente da populosa cidade de formigas operárias humanas.

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Se acaso algum dia vieres me amar por livre vontade, entenderá que amar é uma simplicidade que confunde a cabeça, bagunça o corpo e ainda causa inversão nos variados sentimentos.
Estímulos salientes, decadência das sementes.
Uma recusa a algo pertencente a sua farta originalidade para um refluxo de certeza e imediatismo.
Magnitude e reservatório de proeza em mescla de contentamento fatal.

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Cobiça de Castro.
Pubianos fantoches de mãos afoitas. Coibindo nervuras bombeadas por traumas de transição tardia.
Fetiches retalhos em palma corte. Cortejada sem rodeios, fulminada aos correios, transportada em moinho vertical, birutando a ação dos ventos do Oeste.
Fuga de um mercúrio enclausurado.

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Flâmula da amizade de sangue, hasteada na colina do carinho em galho de Jequitibá.
Amizade como a tua não há. Inseparáveis instrumentos de cânticos relaxantes à alma gêmea da literatura poética e igualdade de simpatia.
Sincronia em pensamentos e movimentos, largos sorrisos e lágrimas se condensavam no colo adiante para fortalecer o laço deste grande e ambicioso afeto chamado amizade.

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Algo me veio à lembrança.
Confiança. Uma aliança que propaga a esperança de acomodar o seu Eu no amparo de outro alguém.
Confiabilidade protegida em um olhar frio e caloroso, fixo e seguro, enquanto a verdade se prolifera pela boca da alma. Uma condução de entrega sólida, como se ambos os desejos germinem eternidade entre eras e gerações.
A confiança é a aliança perdida no tempo, onde os contratempos disfarçam a imortalidade do que ainda se pode salvar.

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Ouço o silêncio ensurdecedor do grito deste vasto vazio.
Cada pedaço de mim foi lançado aos anos que me foram acrescentados e que hoje já não posso mais enxergá-los pela cegueira do tempo.
Amei enlouquecidamente cada minuto que respirei em atitudes.
Os dias passavam e passavam sem revelarem o que de fato meus passos preparariam para o meu presente.
Hoje sou grato pelo que sou, mas quero ter orgulho do que serei adiante.

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Seria eu um tirano se não desse ouvidos as tuas petições.
Calei as proferidas imperfeições da minha boca e reverenciei o respeito que tenho pela sua pessoa.
Disseste um dilúvio em desabafo, colocaste o fardo sobre a mesa das minhas mãos e confessaste o amor que tens pela nossa união.
Nada poderia ser mais valioso do que a verdade encarnada em você.
De hoje em diante, trocarei o meu egoísmo pelo amor que tenho por ti e absorverei o máximo do amor que exercitas em meu favor.
Obrigado.

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Flor feliz, flor de Liz.
Como amor que se abre em flor, no bebedouro do beija-flor ao banho a tarde em chafariz. 
Ninho verde passarinho, canta suave o canarinho, luz do dia euforia, bate bate a alegria.
Sol gigante, mar azul.
Vento amigo Norte e Sul.
Água que beija pedra, pedra que enfeita o fundo, fundo que mostra o mundo de suas riquezas em tom profundo.
Viva a natureza, viva o amor a natureza, e que assim se faça a certeza da sua beleza.

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Discreta como só.
Minha cabeça da um nó.
Tão elegante como um tocante paladar delirante de um vinho doce ou rascante, dando um brilho acentuado enfolhado por gestos flutuantes.
Galanteador, a induzi educadamente a tontear sua própria mente em labirintos inusitados de desejos apavorados.
Uma fobia nada prejudicial, a secura na minha boca demonstrava a sede excessiva de beijar a tua.
O gelo na ponta dos dedos era a projeção do carinho que focava um querer gritante de tatear sua pele.

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PAI.
Uma missão de coragem, cuja função é a vantagem de exercer uma tarefa satisfatória.
A Paternidade nada mais é que uma amizade protetora. Um Pai deve ser amigo dos filhos e de sua fiel companheira. A junção de dois seres deu a luz a outro ser.
Pai biológico, pai criador, pai adotivo, paidrasto, até uma mãe pode exercer o papel de um pai.
Portanto declaro publicamente a minha homenagem aos Papais amigos. FELIZ DIA DOS PAIS.

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Ainda que eu esteja cercado por todos, gente indo e vindo por todos os lados. Pessoas pensando e agindo a todo o momento.
Abraços, sorrisos, apertos de mão, palavras de apoio e consolo nos dias maus.
Como saber se 90% de tudo isso não é ilusão?
Mesmo entre a multidão, me sinto só. Mesmo com tantos preenchimentos, me sinto vazio.
O remédio é aproveitar as férias e pegar a estrada. Lugar de ninguém, ai vou eu!!!

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Rasgue a tua seda e ceda um instante ao avante embate colateral.
Empática e persuasiva desmonte o montante alienado ao simplório induzido.
Espera demais. A Aurora cedeu ao encanto das horas do tal apogeu.
Fragmento hipnótico que exaspera a fanática intervenção do medo de perder o bem que se quer.

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Fala-me tua arte.
Fala-me tuas esquinas e os muros.
Fala-me o teu som abafado.
Cala-me a autonomia da minha vontade.
Cala-te, olhos cor de mel que mela minha face.
Conforta-me a fúria sutil de unhas ruídas.
Dar-se-á em amargo de cacau na amora que namora a sola da planta do carimbo de passos de alvo certo.

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Bromélias ao leste da fazenda.
Chinelo de dedo, poeira na renda.
Sabido sereno, veneno pequeno.
Café na chaleira o clima ameno.
Tapete de verde, cordão de riacho, pepita de ouro procuro e não acho.
Viola da noite, prazer em açoite.
Paixão de brasa que fere e arrasa queimando alegria até que o Rei Sol se exploda pro dia.

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Soberana real.
Fato de encontro querido, embebido na força do grito que entardece o pôr da Luz que reluz vida aos braços meus.
Surgiu em flores coloridas de alegria, o nascer do ser amor em forma pequenina e humana.
Brilho fiel do primeiro sorriso respiro. Parte de mim gerada na cama da mãe do corpo.
Dada pelo Ser Criador ao meu mais belo amor.
Filhos são amor.

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Cabe em tudo, nada após nada.
Nada que nada em seco se opõe ao rebento talento jamais emitido na corte acalento.
Sucinto em salivas de glândulas da soma da goma da fonte do dizer.
Fomento o momento do indício do início do trauma da fome da sede de ser algo mais que poeta da mente. Viúvo daquilo que mata, que assombra e maltrata a vontade serpente.

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Calada amou-me.
Amou-me como nunca amara outrora.
Entraste em desespero ao contraste do meu tempero. Com um leve sopro em suspiro, prensava fortemente o teu lábio com os dentes.
O ir e vir da sua bravura em abraço suado deslizava calor pelo corpo amado.
Por fim, começava ali, o conforto seguro da cabeça no peito, do centrado respeito que te fez amar-me calada como nunca antes me amou na fala.

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Como uma Águia avistei uma presa desfalecida, sua seiva extraída da mente, carente de quero mais, segurou o meu bico e me sorriu com batom de fatais.
Recado severo, teus olhos saltavam e gritavam mais que a tua boca. Teu caule chorava o mel dos Ursos marrons.
Boca, ouvido ouvindo a língua que míngua o cheiro que entranha, cabelo que assanha, o toque na moita, anoitece o dia da tarde em manhã.
Envolto embaralho que tudo mistura. Em amor ou loucura.

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Um simples diálogo. Um contato ótico. Contos confabulantes sobre o estado do interno sentir.
Mãos sobre mãos. Caráter consciente, verdade incontestável.
Amizade com valor inestimável, uma completa junção da certeza de estar seguro com os pés em terras povoadas por gratidão e entrega de si.
Amor ao contrário do que muitos pensam não se resulta somente em causar benefícios, mas te desafia a exercer o sincero perdão e a estar pronto para o desconhecido.

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"O SER” 
Ser Criador. Ser Único. Ser Amor.
Ser Alto. Ser, Mais que Alto.
Supremacia em Ser.
Ser inigualável. Ser invisível.
Ser Tudo. Ser Misericordioso.
Ser Justo. Ser dominante.
Ser Pai. Ser filho. Ser Espírito.
Ser Santo. Ser Fiel.
Ser Onipotente. 
Ser Onisciente.
Ser Onipresente.
Ser Vida que dá vida.
Ser Deus. Ser Deus. Ser Deus. Ser Deus...

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Por que tu respiras agora?
Como consegues enxergar as letras desta mensagem?
De onde vieste?
O que originou tua tão complexa forma?
O que te mantém vivo?
Diga-me, em que acreditas?
Hoje ao abrir os olhos e dar um respiro bem fundo, me fiz estas mesmas perguntas.
A resposta não é impossível de compreender...
·... impossível, é não compreender que há um ser Criador de todas estas coisas. E que muito nos ama a ponto de nos conceder tudo que precisamos em troca de exercitarmos em vida, o singelo amor.

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Bem meu. Força decrescente de ego a humildade.
Como falavas o contemplamento das tuas feições, fatiavas o espaço invisível na atmosfera das tuas sombras. 
Por intermináveis horas descrevi na escrita, o azulado cristal, fatal em sonoros beijos soprados das folhas da alma aos ouvidos da sua atenção.
Botânico verde, enfumaçava com a essência das tuas colônias a ardência dos olhos lacrimejados ao sorriso de canto. Canto que canta o Bem-te-vi, bem que te vi no espelho da poça da mente que mente verdade á tal liberdade de me amar como queiras.

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Meu frio, meu instante.
Nossa temperatura, nossa causa, nossa selva.
Manancial de um brilho entornado pela face dimensional do desconhecido, algo bem mais próximo do tudo que o nada do pouco que tenho, pode transgredir ao trovejar do muito do vasto valor que tu tens. 
Hipotermia carbonizada, fartura de jeitos contínuos e meigos, urros de soberania vulcânica e tropical. Chuva de raro desejo. 
Nada de amar outro corpo que não faça parte do seu. Nada de nadar em floresta onde as suas folhas caminham sobre as correntezas das variáveis águas constantes.
Meu frio, meu instante...
·... meu quarto.

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