As cortinas se abriram. Um novo olhar, uma nova sombra. Era expressiva a interiorização da melancolia. Atuavas como se fosse o eco das cavernas do peito. Dava a cara a tapa para os olhares atentos do público. Vidrados, hipnotizados e envoltos pela Obra apresentada. Generosamente dividindo sentimentos e verdades. Da vida para os palcos, uma hegemonia artística divinizada.
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