Arcaica crença na confiança.
Confiança enterrada viva.
Vivos petrificados em caráter morto.
Um pedaço de nós é cedido quando confiamos.
Atos baixos e sentimento morno.
Pra que confiar?
Sei que preciso confiar outra vez.
Não mate a minha entrega, tenho muito a oferecer.
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