Desce a celestialidade cravejada de pulso.
Infla e desinfla compulsivamente em busca de mais fôlego.
Suas raízes esverdeadas, necessitadas de vida, causava pele.
Uma pele de leite suscetível ao pecado.
Delicada de forma a petrificar marejo de abrilhantados olhos.
Adorei suas vertentes nas camas quentes da paixão.
Era quente como ebulição.
Ebulia vulcão e vulcanizávamos orquestra de gozo astral.
Sua alma era minha, o meu corpo era seu.
O nosso prazer transcendente e não oculto, expelia estrelas mágicas.
Atravessamos o universo do multiverso, abrindo uma enorme cratera na estratosfera do sentimento.
Encorajada a amar-me, luta para que não seja engolida pela grandeza da felicidade.
Entregue-se. Venha para os meus braços.
São fortes e quentes.   
 

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