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Calarei tua boca com a minha. Não dirás mais absurdo algum. Jamais porá frieza no calor que te causo. Te entregarás por vontade cedida. Sentirás escalar tuas pernas a ardência de um verdadeiro amor. Serás devorada e devastada pela paixão desgovernada. Nem o escuro dos olhos fechados deixarão de enxergar o brilho da chama prazer. Certamente, tu há de tremer a cada pulsar e a cada batida unificada. Cada batida. Cada pulsar. Cada batida. Cada pulsar. Até que o coração desista de continuar.  
Vidrado na vidraça de orvalhos estilhaçada ao sopro do vento. Move-se o chão transparente numa contínua corrente movedora de pedras. Frondoso temperamento esverdeado que se exclama dos caules centenários. Dentre outros ouros visíveis, surge informe a forma mais densa de viajar. Os espaços se esbarram incandescentes no ir e vir dos corais no Mar do tempo. A gritante vantagem de se apossar da vida, é deixar que a vida se aposse da sua sábia vontade de viver.    
Causa-me censura venerar esta semelhança. Abrilhanta o cais que recebe a mesma imagem. Embora a província se embase na cultura mórbida da euforia. Certamente sufocaria o intervir de uma outra certeza. Embarquei outra vez nas longínquas personalidades. Camuflei desapontadoramente uma falsa verdade. Engoli o proferir desse sentir que me enche de tanto nada. E agora na exatidão do meu não, vejo a outra face dessa jornada.    
Bateram na flor e ela murchou. Beijaram a flor e ela se abriu. Afoita roseira  Tão linda e faceira Se assusta atoa  Com tanta besteira. Se sobes formosa Tão logo aparece Em plena manhã Teu broto floresce. Um cheiro gostoso Se espalha no ar É a linda roseira Vermelha de amar. Não batas na rosa Com mão de maldade A rosa se beija Com a mais pura verdade.
Mero mortal. Incógnita em seus passos. Cemitério de palavras obsoletas. Neste rasgo pronunciado pela dor, subentendesse que a alegria escalará o patrimônio. As perdas que se dão por achar. Achados que se dão por achismo. Pensar sem forçar. Forçar sem pensar. Tudo é um viés destorcido. Hipnótica paranoia de tocar no que ainda não existe .    
Se acabares o amor, não procures a dor. Sigas em frente, por favor! Te entreguei a minha confiabilidade Dividi o meu peito contigo Não serias justo que o sofrer do teu ato impensado  Perca o prazer pelo respeito que lhe foi doado. Se faltas o interesse por mim Procure-o em você Se faltas amor por mim Ame-se sem a mim responder. Sou consciente pelas alegrias que me deste Minha ombridade revelou-se na fidelidade E agora o que me resta de você É somente a sombra de uma boa amizade. Seja feliz!
Esse seu jeito... Por que me olhas assim? Um olhar de pedinte. A mordida de lábios. O sorriso de canto. Isso me soa fome de amor! Propositalmente confundi tua loucura Esculpi carinhos dos quais você procura Passeei as rosas por suas ruas perfumadas Inalei o seu hálito pelos beijos madrugadas. Nossas mãos se erguiam  Uma fatalidade prazerosa Indiscretas declarações Uma força poderosa. Mulher... Minha Mulher! Sou teu Homem!