Não se esconda por estas cortinas. Elas são transparentes, assim como tua alma.
Por nossos acasos, desencontros assoreados em plenitude.
Tua controvérsia embalsamada nos riscos de uma tinturaria.
Basta-me outro alarde de vossa semeadura.
Desta franqueza que me deste para saborear, apreciei como se dosa uma vertente embriagada.
Se tuas recaídas fossem flechas, logo certamente perfurariam o alvo do meu fascínio.
Tonta de boa saudade, Tu zombas do vasto vazio e te lanças no amor da minha nudez.
Sorrateiramente, afundas na cama dos rios e flutuas nas frescas sombras das árvores.
Arisca Cabocla. Abraça-me por prolongado tempo.
Minha retumbante declamação, afagará tua permissividade no âmbito do nosso eterno prazer.      

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