Somos a proeza de novas indagações.
Nossa estrutura se fortalece na sensatez dos diálogos, não na falta de.
Embora adormeças no balanço dos meus braços, sinto-me abraçado pelo amor que despertas em mim corriqueiramente.
Tu sabes, mas nada diz!
Cada mergulho que damos juntos no mar das adversidades, nos causa saber. Assim, sabemos que o afogar não provem da profundidade, e sim, da ausência de uma das partes.
Conforme disseste outrora diante dos oculares testemunhantes:
- Eu te amo!
Esta frase que causa tanta esperança e decepção, atravessa milênios equivocadamente mal interpretada.
Ela foi feita pra ser sentida e vivida antes de ser dita.
Bom! Embora não caiba mais uma só gota de esperança no copo de nossa convivência, certamente prefiro não beber também do gole da decepção.
Isso, porque sinto e vivo o amor, e o amor é a soberania da minha sobrevivência.
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