Na face da Lua o rosto do Sol.
Sentado na Ilha olhando o farol.
A cama era rua, madrugada nua.
Embora tão crua o cobrir do lençol.
Formando progresso na estrela dos olhos.
Não era sincera a canção que se ouvia.
Falácia da voz um começo de volta.
Meu corpo sorria o poema magia.
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