Ela vem como a frase mais bela a despir-se na boca da tarde.
É Primavera no corpo dela.
Não posso decifra-la.
Fala mistérios enquanto a minha boca cala.
Rainha da maestria de enganar-me com sua beleza.
Funciona como as profundezas do Mar sagrado.
Cheia de abismos e tesouros.
Relíquia que dissipa-se no alvorecer da paixão.
Um tanto centrada, um tanto louca, um tanto indefesa.
Mágica da complexidade instalada no ilusionismo da sua naturalidade.
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