Quero ver os teus dentes branquiados brilharem felicidade outra vez.
O franzir da sua testa quando invocada com meras brincadeiras.
Quero de volta aquele seu jeito infantil de me alegrar.
Seu olhar fixo e sério advertindo-me nas pequenas falhas cometidas.
Saudade de pegá-la desprevenida, vestida com a minha camisa preparando o café.
Quão bom eram as nossas conversas malucas durante as madrugadas.
Cócegas e apelidos carinhosos.
Quantas vezes me senti um deus aliviando suas dores com o meu colo.
Foram banhos inesquecíveis aqueles nossos.
Camas quebradas, invasões de intimidade, amor aos olhos do prazer, fogo e carinho em tantos momentos únicos.
Em restaurantes e bares, drinques e jantares, danças de rosto colado.
Te amei incontrolavelmente controlado.
Quero dar-te outros ramalhetes poesias.
Nestas planícies sensíveis de tua boca quero repousar novamente.
Fonte de calmarias e confusões tu estás tatuada na minha existência.

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