Agora, lá fora. Voltando ao início da partida. Sem dó, sem vontade, sem medo, sem cor. Preto e branco colorindo as tuas bobagens. Perdida em si, sem jeito pra rir, batia ininterruptamente na mesma tecla outras duzentas vezes. Sufocas a minha paciência, deturpas a minha anti-aderência. Provocas gozo na graça da sua nada sem graça alegria. Tuas misturas comportamentais, desnorteiam meu senso mais apurado de humor. Fatal é o gerar de compostura, juntamente com procura de algo que muito se quer declarar. Sua doida varrida! Varre de uma vez por todas essa tua energia, que só me faz cada vez mais, te amar de verdade.
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Eu e tua desordem. Tua bagunça, bagunça o estado normal. Postura de fotografia desconsertante. Fetiche podado em sensatez. Nenhuma loucura perante o retorno das vozes. Mesmo caída de excitação, retorcida no virar dos olhos, tua boca expulsava palavras quentes. Tirei sua paz cantando amor. Dancei no salão da tua pele a dança dos beijos. Cedi novidade ao teu conhecimento, fracionando exato momento, vestidos de nuvens e banhados de Céu azul para introduzir nossas almas ao pleno amar deste nosso real.
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Outra vez. Altivez. Vertigem de semelhança estática. Biologia noturna em sangrenta gramática. Polia a cicatrização meramente exposta, beirando a Costa. Fugia junto a junção dos teus cálculos. Reteria algum alvo chamado solene? Nunca citei outro discurso. Nunca amei desamor lateral. Não precisa entender o dizer desta escrita, apenas seja sensível a voz do meu coração que anseia por descrever mais uma vontade.
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Nevoa Horizontal Afastou-se a nevoa horizontal da grama alta. Livremente avistou-se as maravilhas do lugar. Humor de garoa evaporada em marejar de salivas de orvalhos. Basicamente um Norte de reflexão dependurado nas instâncias da ocasião. Favor jogado na poça dos perdidos prantos. Sentado nas curvas de dois caminhos apreciando desoladamente as rugas que proliferam na sua matéria, em busca de outros paradigmas para a conclusão do que sua alma sente. Desta vez algo se justificou com ruídos desordenados, atropelados por soluços sequenciados e uma alto desestabilização da sua sanidade sentimental. Nada neste exato instante poderia socorrer algo que já te pertencia. Calou-se o vento, as águas e toda a natureza. Avistavam atônitos o reagir do semblante decidido deste corpo sem alma. Algo caiu do...
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Torre de Marfim Decifrando enigmas da síntese das Galáxias. Ufanavas a volta das Torres de Marfim. Ocultavas o êxtase entranhado nas cavidades informes da complacência do teu querer. Sonoro bafo de morno equilíbrio que vinculavas a mordedura dos teus conciliábulos. Outro intransigente destemido, fadavas o confabular da Dama que desenhava as manhãs com perfumes frutuosos. Soberba da fúria da paz. Extraído conforme o saber da mente, o espírito ama sua semente de rama intuitiva. Fluido exato causou-me profunda tristeza, foi-se o fraterno sonhar com beleza. Do cedro-cheiroso caía dos galhos as lembranças da tua infinita paciência e amorosidade. Hoje me farto com a lentidão dos teus olhos, despindo o chorar da fel...
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Mais que a sutileza do Apogeu, são as matrizes revolucionárias do bem estar que a Vida causa. Se hoje não vai bem, certamente em algum momento irá. Se nunca foi bem, certamente em algum momento irá. Isso não se resume somente em fé e esperança, e sim, em acreditar que este pensamento reflete diretamente na sua sobrevivência a tanto caos. Se deseja superar seus problemas, pesquise sobre o problema do Mundo e das pessoas que residem nele e verá que o seu problema não é tão grande assim. Viver é estar exposto aos contatos da Vida. Isso é estar vivo. Amar, Sorrir, chorar, sentir dor, raiva, sofrimento, medo, prazer... ...tudo isso é viver. Não podemos perder tempo reclamando "desta" que nos da a oportunidade de sermos reais. Veja como é bom respirar, dormir e acordar, amar e amar. Viva, ame, chore, grite, reflita, faça o que tiver que fazer com consciência, mas não deixe de viver a Vida para viver os problemas que a Natureza "dela" nos oferece. Q...
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Ele arrastou-se até o nevoeiro e desapareceu. Ele caminha até hoje pelos bosques das montanhas geladas. Suas cavernas eram vistas no seu interior. Da toca da matilha, impera seu instinto Alpha. Força e vitalidade cobriam seus pêlos. Focinho manchado de morte assombrava as sua lembranças. Lua nua, que coagula a fronteira do olhar marejado de ódio. Sua conduta contraria sua vontade. Outra vez, mortandade se fez, triturando o caráter do Lobo que agoniza nas dores do remorso da sua transformação. Este Canis Lupus Signatus degustou sua satisfação em necrofagia, após o cadáver corvo solitário, ser solidário ao faminto Alpha. Este Lobo que se apodera das suas calculadas pegadas. Sou Eu.