COLAPSO
Nesta hora delega-me a substância de alguma fobia.
Respira-me o abrigo do inverno censurado. Minha truculência meditativamente saboreou o verão das Pradarias.
Sentou-se ao meu lado no balanço da Praça, cobiçou o desprezo e arrebatou-me o estado de espírito.
Devaneios repartidos e miraculosamente alardados, perdidos nos dentes brancos de largos sorrisos.
Bateu na porta da consciência uma outra verdade que corroí e desnuda o amor de morrer por amar.
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