Me basta sobreviver.
Indômita sedução converteu-me a tua valorosa autenticidade.
Mesma consumação de ruídos. Embora sejas o arquétipo da soberania.
Suas pálpebras adormeciam e despertavam em sequências nada convencionais. 
Do arco das sobras, debrucei no embaçado dos teus lacrimejados olhos.
Fracionei cognitivamente os mistérios do seu silêncio.
Inconsolavelmente te apertei nas nuvens do meu abraço pesado de chuva.
Agucei a ressonância eloquente da tua vitalidade amorosa e me embriaguei nas partituras de cada sorriso teu.
Ardentemente, provoquei uma culpa nada culpável ao percorrer meu olfato na carona deste perfume selvagem, pelo teu braço, passando pelo ombro e chegando ao pescoço. 
Cheiroso pescoço.
Apossei-me de cada querido instante para que não se dissipasse a alegria de estar contigo.
Tu vieste sedenta por domínio, mas acabara presa á tentação da ambição por amar de verdade.    

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