Não sou mais tão visitado agora.
Talvez eu já tenha esquecido como é visitar o outro lado.
Só me lembro da manhã de Domingo daquele ano, em que eu iria visitar os meus irmãos.
O Sol era brando, aconchegante e tinha um brilho sedutor.
Neste tempo eu era verde. Hoje sou podre.
Invoco-me com jogatinas espirituais. A submissão me roubou longos anos de ser o que de fato sou.
Ser fraco e mortal é uma honra. No entanto, acumulo um enorme Poder que a qualquer momento implodirá, me causando estrago.
Ando numa contagem altamente regressiva, mas sinto não estar pronto ainda. Falta-me algo.
Algo que me complete.
Estou cansado deste jogo. Não quero ser mais um botão de mesa.

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