Saliva de ribeiros nas encostas da minha vértebra.
A escoar indícios de piscar os olhos do destino.
Casa de veraneio de verde rasteiro, sandália de pés nus. 
Cordas com notas melódicas a violar o meu violão.
Ao oxigênio da prole a levitar os sentidos de ser.
Singelos mosaicos abaulados nos embrulhos de pardo papel.
Uma força macia que drena o dia para os pulmões do meu bom descanso.
Sussurro sucinto dialeto de fruto raro.
Caramelizando a síntese do mais despido dos meus amores.
O amor próprio.

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