Covardemente me oprimi.
Deixei que tomassem as rédias da minha ambição.
Passei a sonhar os sonhos dos outros, e comecei a obedecer regras que não se aplicam a mim.
Entendi que ser diferente, não é nenhuma doença contagiosa.
Usamos máscaras quando tentamos esconder o que de fato está por de trás dela, ou então, quando temos a intenção de entreter uma platéia.
Passeando no oco do meu lado interno, encontrei uma virtude que ninguém poderia explorar.
Abracei uma solidão que a tempos fingia ser adormecida, enquanto cercada por muitos.
Hoje, já restabelecido, confronto-me sobre o próximo passo a ser dado cautelosamente.

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