É difícil dormir.
O corpo ignora tal necessidade.
Fortes dores no peito e falta de ar.
Pensamentos tempestuosos bagunçam a tentativa de relaxamento.
Imagens forasteiras vasculham meu interno em busca de domínio.
Minha boca amarga a secura de um deserto insípido.
Embora eu lute contra toda essa penumbra real, acabo por testemunhar uma frustrada tentativa de sobrevivência.
Água fresca, frutas, boa música e observar o silêncio instalado do outro lado da janela, servem-me como boas armas, mas tudo o que sei, é que mesmo lutando isso sempre torna a se repetir. 

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