Quando você se foi, deixou um rastro de nostalgia.
Levou contigo a minha alegria.
Viajou no tempo e abrigou-se onde os meus olhos já não mais poderiam vê-la.
Uma dor arrogante anuviou meus dias.
Pensar já não era mais possível.
Nada sobre nada e um buraco no chão se abriu, engolindo as forças das minhas pernas.
Não era o fim.
Era o começo.
Culpar-me já não era mais necessário.
Se não tivesse partido, não conceberia-me o milagre de reencontrar a felicidade.
Nos dias seguintes, meus sentimentos renascidos diziam incansavelmente para o espelho:
- Eu te amo!
O amor interior, encontrou o caminho de volta.
Hoje, não sou mais aquele objeto obsoleto.
Hoje, sou o poema que dança na vida de um grande soneto.
Obrigado!
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