A poltrona da sala, o vazio da casa, seu sorriso já não ouço mais e nem vejo à algum tempo.
O olhar fixado ao longe do nada que se vê através da janela, o medo de sentir o frio da solidão à noite, desespera a vontade de me cobrir com seus carinhos, aqueles cabelos cheirosos que não abraçam mais o meu peito.
A realidade parece um sonho interminável, o desgosto e o desinteresse não me fizeram refém porque sou feliz por ainda ter em mim as melhores lembranças de dias inesquecíveis. Ambíguo desejo de amar a mim mesmo para que então possa eu amar um outro alguém.
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