Desabafo
Falarei o falar do sentir desta alma
Gritarei o calar do silêncio que aflora
Medito no bem que vem do além da saudade
E que enche o meu peito de tanto respeito em poema e verdade.

Retiro de dentro o mau que é normal
Tratando as frases num vício fatal
Retine o furor do calor deste amor
Que implode o poeta com luz que afeta o raro valor.

Jurei propositalmente cheirar a escrita eloquente
Limpando nas folhas da fonte as pedras que rolam aos montes 
Beijando os amores da vida na "fina" vivida que ousei viver
Cantando o canto dos pássaros na ponta dos galhos do simples saber.

Linhas retas, fertilidade das metas
Metais mortais matando a fome da tinta da caneta no chão em branco dos pisantes deste planeta
Refletindo poesia na magia da cortesia
Protocolando a singeleza desta infanto natureza.

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