Matando a Fome
Se ouve o choro dos olhos nos muitos lugares da terra que é nossa.
Se sente o grito da fome, da fome sem nome, da fome sem voz. Banquetes de barro e sujeira que matam a fome da sua maneira. Miséria é o seu sobrenome.
Fome de comer.
Fome de aprender.
Fome de ser amado.
Fome de ser respeitado.
Estudos que não alimentam, tampouco isentam o reconstruir de uma nada oportunidade de sobreviver. Desproporcional divisão de recursos de humanidade.
Entrega de uns e desprezo de outros.
Rios de "pequenos" corpos sugados por gana, grandeza, riqueza, fome e falta de atenção.
Limitado sou fraco, e quanto mais fraco, mais força eu busco em detrimento do nosso futuro, plantado na quase vida mais que humilde de nossos "pequenos" sucessores!
Enquanto esperamos que os outros façam algo pela não extinção da prole da nossa Terra, a morte da fé alimentará a não esperança da fome da alma e de tantos estômagos doloridos de tanta covardia existente aos olhos.
Façamos aquilo que temos às mãos. Tomemos partido pensando com ação.
Iremos ao longe com fortes pegadas, levando educação, alimentação e dignidade, matando a fome de tantas moradas.
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