Exato Insano
Embaralho minha síntese no rude agir
Por tempos procuro o achar do fugir
Me chamam de louco na arte madura
Sou seiva madeira escupido em moldura.
Em tal calçadão sequencio o andar
Na beira da areia de frente pro Mar
Bebendo da chuva que chove o molhar
Da mente sucinta que quer trovejar.
Tentei ocultar essa nobre virtude
Vestido de um homem na real juventude
Busquei encontrar mesmo em outro lugar
O olhar de mistério que não quer se apagar.
Rompi as fronteiras do ar refrigério
Cavei na fundura do solo mais sério
O vento soprou a insana destreza
Me levando ao auge da linda clareza.
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