O Sopro da alma       

Como se queira parafrasear 
Em tons estendidos em atrofiar
Ligeiramente cada função
De amores amantes em fogo vulcão
Profundo dizer em olhar de falante
Calor aguerrido, brilhar diamante 
Fortuna riqueza em branda clareza
Se foi ao ventar no sopro do ar
Estingue proeza em sã natureza
Ao foco fatal da extinta beleza
Parar de bater o bom coração
De tanto amor em poema ou canção.

Por vezes cai na profunda fundura da minha sensibilidade
Obstrui privacidade e derramei inteira felicidade
Hoje mau moço reclina o pescoço em sábia leitura
Centrado na grande mudança da vida futura
Tentado a historiar sua fé em sua arte
No corpo mais perto ou por toda a parte.

Meramente um martírio concreto
Martírio que engrandece a alma em discreto
Suave navegar na nave flutuante
Que ama poetizar o sentimento em instante.

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