Cardápio
Princípios formatos, atados semblantes
Confronto retido de ardores instantes
Prudência amistosa procuras vetar
O tal colorido do medo á gritar.

Matar as silábicas no vão deste som
Amor tão discreto vermelho em marrom
Outono em Inverno, oxigênio interno
Das palhas à grama cardápio da cama.

Meu tom de Netuno, restou o funil
Limpei as mazelas em vasto Brasil
Tontura mistério, tortura gestual
Nenhuma moldura no nosso quintal

Rompi as fronteiras do meu paladar
Comia de tudo até empanzinar
Provei do Nordeste, do Norte e do Sul
Centro-Oeste e Sudeste não faltou nenhum.

Cardápio singelo matou-me a vontade
De saborear toda essa verdade
Senti nos sabores o sal do prazer
E de todos eles encontrei você.  
  

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