Passei a noite acordado a te esperar.
Tu sumistes na neblina da noite.
Confuso e preocupado comecei a prantear.
Escrevia poemas e fumava sem parar.
Teu vinho perdeu o sabor.
A cama ainda arrumada perdeu o sentido.
Os raios gritavam de medo aos clarões do meu juízo.
O cinzeiro preenchido exalava cheiro de um vício prejuízo.
Estejas onde estiver volte depressa e acalma essa minha ira.
Ponha-me outra vez na tua mira.
E faça fluir nossa ressurreição.

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