Tantas mentiras.
Por onde andas o calor do teu coração?
Como fora varrido tão depressa no ventar congelante a esfriar o sentimento.
Batias sem dó no carinho que semeei em nosso amor.
Causou-me tristeza e lamento seu tom agressivo.
Por dias não ouço mais a sua serenidade.
Não ti deitas mais ao lado do meu corpo fervoroso.
Sempre com um olhar a viajar pelo horizonte através das janelas.
Cansastes da minha dedicação.
Rispidez e feição de furor são representadas em cada diálogo quase não dito.
És livre para ir se é o que queres.
Só não deixe que morras o que há de mais belo em ti.
A sua luz.
Sou um sobrevivente.
Vivo para gerar vida em quem assim desejar.
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