Se pensares no afluente do teu silêncio.
Saberás que sucintamente adormece a tua fala.
Uma fala sem voz numa fuga desesperada.
Sonhando por acordar no âmago do seu próprio eu.
Sapateando em um fundo falso de falso temperamento.
Ejaculando paradigmas do iluminado desejo de amar novamente.
Trovejando palavras invisíveis geradas em vastas decepções.
Sem sentido algum, culpas o teu próprio reflexo frente ao espelho da sua história.
Esvaem-se as glórias dos teus feitos.
Tortura-se repetidamente a congruência da poesia que sentes.
Não deixe que a sua fala se cale.
Ceda lugar ao poeticamente correto da voz que canta no seu silêncio.
E seja muito feliz.
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